Cade aprova venda de 70% do Shopping Crystal

(Gazeta do Povo) – 03/07/15

BR Malls pediu autorização para a venda de um dos mais tradicionais centros de compras de Curitiba, cinco anos após ter adquirido o empreendimento por R$ 103 milhões

Shopping inaugurado em novembro de 1996 tem 120 lojas e cinco salas de cinema.

Shopping inaugurado em novembro de 1996 tem 120 lojas e cinco salas de cinema.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a venda de 70% da participação da BR Malls no Shopping Crystal, em Curitiba, e em outros três shoppings localizados no Rio de Janeiro e em Salvador. Os candidatos à aquisição são os fundos de investimento Vinci FII e BRL II, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União.

O Vinci FII é um fundo de investimentos imobiliários gerenciado pela Vinci Real Estate Gestora de Recursos e que faz parte de Grupo Vinci FII. Segundo documento enviado ao Cade, este fundo não teve faturamento em 2014 e as principais atividades das empresas do Grupo Vinci FII são gestão de fundos de investimento, aquisição de propriedades imóveis, administração e gerência de imóveis e de estacionamentos.

A BRL II também é um fundo de investimento imobiliário, criado especificamente para esta operação. Sem atividades no Brasil, o BR II pertence ao Grupo PSP, um fundo de pensão de investimentos canadense, gerenciado e criado com a intenção de investir as contribuições líquidas dos planos de pensão do serviço público canadense.

A operação aprovada pelo Cade prevê que, depois da transferência das ações da BR Malls para Vinci FII e BRL II, haverá a aquisição das cotas do BRL II pelo PSPIB-SDL, que é a empresa holding do Grupo PSP. Dessa forma, Vinci FII e BRL II (que passará a ser detido pelo Grupo PSP) irão adquirir fração ideal, atualmente detida pela BR Malls, de ativos imobiliários relacionados aos seguintes shoppings centers: 70% no Crystal Plaza; 30% no Center Shopping Rio, no Rio de Janeiro; 30% no West Shopping, no Rio de Janeiro; e 44% no Shopping Paralela, em Salvador. Essas participações serão divididas na proporção de 25% para o Vinci FII e 75% para o BRL II.

Holding
A BR Malls administra o Crystal desde setembro de 2010, quando adquiriu 40% do shopping do principal acionista na época, o empresário Anibal Tacla, proprietário do Shopping Paladium e do futuro Jockey Club, no Tarumã. Na época, o negócio foi fechado em R$ 60 milhões. Quatro meses depois, comprou mais 30% por R$ 43 milhões, fechando 70%.

A BR Malls é uma holding do Grupo BR Malls e tem atividades relacionadas à administração, comercialização e desenvolvimento de shoppings centers do próprio grupo ou de terceiros. A holding administra ainda os shoppings Estação e Curitiba, na capital paranaense, e Catuaí, em Londrina e Maringá.

Inaugurado em novembro de 1996, o Crystal é um dos shoppings mais antigos de Curitiba. Tem 14 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) distribuídos em quatro pisos no coração do bairro Batel. São 120 lojas, cinco salas de cinema e área de alimentação.

Nada fechado
Em comunicado via assessoria de imprensa, a BR Malls informa que a venda do Shopping Crystal ainda não foi fechada e que há o interesse de outros grupos internacionais na aquisição do empreendimento. Esclareceu ainda que permanece na administração e comercialização do Crystal e que, na hipótese de ocorrer a conclusão de qualquer transação, lojistas e consumidores serão informados prontamente.

SR Rating mantém nota soberana do Brasil em BB+, com perspectiva estável

(Agência Estado) – 26/06/15

A agência de classificação de risco brasileira SR Rating manteve a nota soberana do Brasil em BB+, com perspectiva estável. Segundo a empresa, a decisão confirma sua análise de longo prazo de que o País nunca mereceu o grau de investimento (rating de BBB para cima).

A SR Rating afirma que a perspectiva fiscal cronicamente problemática para o Brasil no restante desta década e a resposta incompleta do atual governo a essa situação, assim como o fraco crescimento do PIB que resulta desse cenário, são os principais riscos para o rating do Brasil.

“O recente crescimento da dívida pública interna como proporção do PIB não é uma surpresa, tendo em vista a fragilidade crônica da gestão e composição da dívida no Brasil. A carga da dívida interna, como expressada pelas taxas de juros reais espantosas, ano após ano, por mais de duas décadas, é um testemunho vívido de tal fragilidade”, diz o relatório da SR Rating.

A agência afirma que a perspectiva estável para a nota soberana reflete alguns pontos fortes da economia brasileira, como o bônus demográfico, os recursos naturais abundantes e alguns segmentos muito competitivos, como a agricultura, mineração e aviação civil, além de um setor bancário bastante sólido.

A SR Rating reconhece que a economia se tornou mais diversificada e sofisticada nos últimos anos, o que contribui para melhorar a resiliência a choques externos. “O nível adequado das reservas internacionais, de quase US$ 375 bilhões, também exerce um papel essencial na presente confirmação do rating”, diz a empresa, citando, contudo, o grande volume de swaps cambiais na carteira do Banco Central.

Quatro problemas
A SR Rating resume os problemas da economia brasileira em quatro pilares. O primeiro deles é a elevada carga tributária que incide sobre o setor privado, que assim se torna incapaz de responder adequadamente a demandas de crescimento. “A economia brasileira desacelerou de maneira significativa nos últimos anos, sem recorrer a nenhuma reforma estrutural que poderia melhorar o desempenho do crescimento do PIB potencial”, diz o relatório.

O segundo pilar problemático é o volume muito grande dos gastos correntes do governo, tido como o principal motivo da estagnação da produtividade total dos fatores no Brasil. Este tópico está relacionado com o terceiro pilar, que é o alto custo da dívida pública, que em 2014 foi o equivalente a 6,7% do PIB.

O último pilar é o empobrecimento da pauta exportadora, que depende cada vez mais das commodities agrícolas e minerais, e o simultâneo desempenho pífio da indústria. Para a SR Rating, o fim do superciclo das commodities vai criar um desafio adicional para que o País consiga manter os ganhos de renda acumulados pela nova classe média. “Isso, por sua vez, gera alguma preocupação sobre a estabilidade social do Brasil no curto prazo”.

Projeções
No âmbito da política fiscal, a SR Rating lembra que a presidente Dilma Rousseff mudou radicalmente de curso neste início do seu segundo mandato e agora tenta consertar os erros do passado. A agência aponta que a equipe econômica, capitaneada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, promoveu fortes cortes nos gastos discricionários e aumentos de impostos, além de permitir um grande ajuste nos preços administrados, reduzindo assim os subsídios anteriores.

Em relação à inflação, a SR Rating diz que o IPCA pode convergir para o centro da meta em 2017, tendo em vista a combinação da política monetária bastante apertada, que reprime a demanda agregada privada, e a postura fiscal restritiva.

“Entretanto, mesmo que Levy conclua suas mudanças fiscais no prazo adequado e a inflação de fato convirja para a meta, continua a dúvida se esse conjunto de melhorias será potente o bastante para estimular de novo a confiança dos investidores e impulsionar um novo ciclo de crescimento”, comenta o relatório.

A SR Rating estima que o PIB brasileiro deve cair 1,2% este ano, se recuperando para crescimento de 0,8% em 2016, 1,5% em 2017, 1,6% em 2018, 1,7% em 2019 e 1,8% em 2020.

No caso dos investimentos, a estimativa é de novas quedas, também influenciadas pelo escândalo de corrupção na Petrobras. “O nível atual de investimento mal dá para cobrir a depreciação do capital”. De 19,8% do PIB em 2014, a taxa de investimento deve recuar para 18,7% este ano e 18,6% em 2016, subindo para 18,8% em 2017 e 19,0% em 2018.

Para a dívida pública, a SR Rating prevê que este ano deve haver alta para 63,5% do PIB, passando para 66,5% em 2016, 68,4% em 2017, 69,9% em 2018, 71,2% em 2019 e 72,2% em 2020.

Exterior
Entre os riscos externos, a SR Rating menciona o processo de normalização da política monetária por parte do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Para a agência, mesmo que o Fed não comece a elevar os juros este ano, o dólar vai continuar se apreciando. A empresa diz que, em uma base ponderada pelo comércio, o dólar está subindo atualmente no ritmo mais rápido dos últimos 40 anos.

Outro risco vem da desaceleração da China, que poderia crescer a um ritmo de 6% ao ano no médio prazo, vindo de uma taxa de 10,4% em 2010. A SR Rating lembra que os chineses são hoje os maiores parceiros comercias do Brasil. “A projetada desaceleração da China vai prejudicar diretamente as perspectivas de crescimento do Brasil”, aponta o texto, citando que os preços da soja e do minério de ferro, por exemplo, dependem fortemente da demanda chinesa.

PDG enxuga estrutura e reduz dívida

(Valor Econômico) – 01/07/15

Sem perspectiva de reação do mercado imobiliário no curto prazo, a PDG Realty pode encerrar o ano com um volume de lançamentos resumido aos R$ 23 milhões do primeiro trimestre, muito pouco para uma companhia que já chegou a lançar R$ 9 bilhões em 2011.

Para adequar-se a este volume de negócios, segue anunciando demissões – já são cerca de 900 neste ano, depois do corte de 3,5 mil empregados em 2013 e 3 mil no ano passado. A empresa tem hoje 3 mil funcionários. A palavra de ordem é gerar caixa e reduzir endividamento, com prioridade à entrega de empreendimentos antigos, repasse de recebíveis para os bancos e venda de ativos.

CBIC: Governo se comprometeu a regularizar pagamentos do MCMV

(Estadão) – 30/06/15

O governo federal se comprometeu a regularizar os pagamentos atrasados no programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV) e sinalizou a adoção de outras medidas para atender o setor da construção, de acordo com comunicado da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

A instituição explica que a proposta apresentada pelo governo envolve o desembolso de R$ 600 milhões para a quitação de parte dos passivos do programa nos primeiros dias de julho, o remanejamento dos prazos de pagamento para a faixa 1 do MCMV e a readequação do cronograma de projetos cujas obras tenham menos de 70% de execução.

Com a implantação das novas regras, o governo aponta para a regularização de todas as pendências com o setor até 15 de agosto, diz a CBIC em nota, ao acrescentar que não serão feitas novas contratações. O plano do governo foi discutido por empresários da construção, reunidos na sede da entidade em Brasília nesta terça-feira.

“O governo nos dá um sinal de que deseja solucionar os problemas e vamos aguardar”, afirma José Carlos Martins, presidente da CBIC. “Marcamos outra reunião para daqui 30 dias. Vamos reavaliar o cenário”.

O arranjo proposto pelo governo prevê mudanças nos desembolsos do Minha Casa Minha Vida, cujas medições passarão a ser pagas com prazo de 30, 45 e 60 dias, de acordo com porte da empresa, destaca a CBIC.

A entidade, que representa o setor de construção, estima que o programa tem um estoque de R$ 1,6 bilhão em pagamentos atrasados. Há uma semana, executivos da CBIC se encontraram com representantes do governo, intensificando as negociações em torno do Minha Casa. “Nosso setor depende de planejamento e previsibilidade. Levamos isso ao governo”, diz o presidente da CBIC. “Temos esperança que essa sinalização seja efetiva”, frisou.

Empréstimos para aquisição de imóveis recuam 39,6%

(DCI) – 29/06/15

O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis recuou 39,6%, para R$ 5,6 bilhões, em maio na comparação com abril, e 42,3% em relação a igual mês do ano passado.

O desempenho das concessões reflete as medidas restritivas adotadas por alguns agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em decorrência da redução dos recursos depositados nas cadernetas de poupança.

Para os próximos meses, entretanto, as medidas anunciadas pelo Banco Central, que permitem a utilização de parte do depósito compulsório para o crédito imobiliário, tendem a elevar as concessões, de acordo como o SBPE.

No acumulado de 2015, até o quinto mês, foram destinados R$ 38,9 bilhões para a aquisição e construção de imóveis, resultado 11,8% inferior ao apurado no mesmo período de 2014. Nos últimos 12 meses encerrados em maio, o volume de créditos alcançou o montante de R$ 107,7 bilhões, queda de 6,2%. O volume total de recursos aplicados na caderneta é de R$ 507,7 bilhões.

S&P rebaixa nota de crédito da Gafisa

(Valor Econômico) – 29/06/15

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) rebaixou nesta segunda-feira a nota de crédito corporativa em escala nacional da construtora Gafisa de “brBBB+” para “brBBB”. A perspectiva do rating agora é negativa.

De acordo com a S&P, pesou sobre o rebaixamento a deterioração da economia brasileira nos últimos trimestres, com aumento nas taxas de inflação, nos juros, nos impostos, no nível de desemprego e maior endividamento do consumidor.

Even: gestora Nova Milano supera participação de 10% e solicita AGE

(Agência Estado) – 29/06/15

A gestora de fundos de investimento Nova Milano Investimentos atingiu participação superior a 10% na Even, informou a empresa há pouco, em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Segundo o comunicado, a Nova Milano solicitou ainda que a Even convoque Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para alterar de seis para sete membros o número de componentes no conselho de administração, além da eleição do novo membro.

“A administração da companhia está analisando o referido pedido com base na legislação aplicável e oportunamente se manifestará sobre o assunto”, informou a Even.

Confiança da construção tem uma leve melhora em junho após queda em maio, diz FGV

(PINIWEB – CONSTRUÇÃO MERCADO, Evelyn Oliveira – 26/06/2015)

Indicador aponta estabilidade ao alcançar 73,5 pontos ante os 72,9 registrados no mês anterior

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Após registrar em maio o pior nível desde 2010, o Índice de Confiança da Construção (ICST) ficou praticamente estável em junho, ao variar 0,1% em relação ao mês anterior, alçando 73,5 pontos. Este movimento de estabilidade do indicador sucede uma queda de 4,7% em maio. Os dados são da Sondagem da Construção divulgada nesta sexta-feira (26) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

De acordo com o levantamento, apesar da acomodação na ponta, a pesquisa que encerra o semestre mostra o declínio da atividade setorial em 2015. Para a Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE, “as condições financeiras das empresas pioraram e mesmo as expectativas, que registraram melhora neste mês, ainda estão bastante deprimidas, com predominância de projeções de queda da atividade da construção”.

O Índice de Expectativas (IE-CST) avançou 3%, após o recuo de 4% em maio, atingindo 89,9 pontos. Segundo a pesquisa, esse crescimento foi influenciado pelo indicador que mede as perspectivas para a situação dos negócios nos seis meses seguintes, que subiu 5,8% em relação ao mês anterior, alcançando 97 pontos.

Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST) apresentou sua sétima queda consecutiva, ao recuar 4,2%, alcançando novo mínimo histórico de 57 pontos. Esse movimento negativo se influenciou pelo indicador que capta a evolução recente da atividade que variou -5,8%, alcançando o menor da série de 55,4 pontos.

Confiança da construção caiu 30,4% frente a junho de 2014, mostra FGV

(G1) – 26/06/15

Na comparação com maio, indicador teve leve recuperação, de 0,1%. Expectativas para os próximos meses melhoraram.

A confiança do setor da construção civil mostrou leve recuperação na passagem de maio para junho, com crescimento de 0,1%. Frente a junho de 2014, no entanto, o indicador recuou 30,4%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

“Apesar da acomodação na ponta, a pesquisa que encerra o semestre mostra o declínio expressivo da atividade setorial em 2015″, diz, em nota, a coordenadora de Projetos da Construção da FGV/Ibre, Ana Maria Castelo. “Entre outros indicadores, chama atenção, que o indicador de emprego previsto esteja, em junho, em nível 29% inferior ao observado em 2014″.

De maio para junho, a leve melhora é resultado da alta de 3% no índice de expectativas, puxado pela melhora em 5,8% no subindicador que mede as perspectivas para a situação dos negócios nos seis meses seguintes.

A visão sobre a situação atual, no entanto, apresentou a sétima queda consecutiva, de 4,2%, influenciada pelo recuo de 5,8% no indicador que capta a evolução recente da atividade, que caiu ao menor patamar da série da FGV.

Ministro admite atraso nos pagamentos das obras do Minha Casa

(Estadão) – 24/06/15

Segundo Barbosa, o governo está trabalhando para regularizar os pagamentos, que poderão ter novo cronograma; pelos cálculos do setor, a dívida com as empresas pode chegar a R$ 1,6 bilhão

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, admitiu nesta quarta-feira que há atraso nos pagamentos das obras do Minha Casa Minha Vida e disse que o governo trabalha para regularizar o programa de pagamentos. De acordo com ele, a reunião desta manhã entre a equipe de Dilma Rousseff e os empresários do setor teve como objetivo discutir alternativas para “agilizar” os desembolsos referentes às obras.

Uma das propostas é diminuir o ritmo de construção das moradias contratadas no programa de habitação popular, uma das vitrines da administração PT. Pelos cálculos do setor, o governo deve às empresas entre R$ 1,5 bilhão e R$ 1,6 bilhão. Outra alternativa é estipular um novo cronograma de pagamento. A indústria da construção diz que os atrasos eram de 15 dias, passaram para 30 dias e agora chegam a 60 dias. Já há empresários que ameaçam parar as obras e demitir os funcionários, o que pode agravar ainda mais o índice de desemprego no País.

De acordo com Barbosa, o anúncio do Minha Casa Minha Vida 3 ficará para o segundo semestre. A presidente Dilma Rousseff tinha prometido o anúncio da terceira fase do programa de habitação popular para o primeiro semestre deste ano. “Nossa prioridade agora é agilizar o cronograma de pagamento das 1,6 milhão de moradias que já estão contratadas para garantir o emprego e respeitar os contratos com as empresas”, disse o ministro ao sair da reunião com o setor da construção civil.

Segundo ele, não há definição ainda sobre a terceira fase do programa. Os pontos que estão em aberto são a criação de uma faixa intermediária, o reajuste do valor dos imóveis e a distribuição das moradias por faixa de renda e região geográfica.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, afirmou que a dificuldade neste momento é adequar o ritmo das obras aos recursos disponíveis. “É colocar um sapato 38 num pé 42″, comparou.