Construtora quer expandir atuação na região Sul com a marca Viver, voltada ao segmento econômico

20 07 2008

(PINI- Rafael Frank) -20/07/08

A empresa do segmento econômico ViVer,  do grupo Inpar, iniciou suas operações no Estado do Paraná com o lançamento de empreendimento no município de São José dos Pinhais, a 15 quilômetros de Curitiba. 

O estado paranaense é a primeira parada da empresa, que pretende expandir sua atuação na região sul até o final do ano. Para isso, a empresa firmou parceria com a Quebec Incorporadora, direcionada para alto padrão e que já executou empreendimentos econômicos em Porto Alegre (RS).

O primeiro condomínio, o Viver Bosque São José dos Pinhais, terá apartamentos de dois e três dormitórios, com unidades de 42m² a 55m² privativos. Além da área de lazer, o empreendimento contatará com bosque privativo com mais de 15 mil m². A entrega da primeira fase do empreendimento está prevista para abril de 2010. O VGV (valor geral de vendas) potencial é de R$ 66,5 milhões.





Empresa paulista firma parceria com a construtora amazonense Capital para atender todos os segmentos

20 07 2008
(PINI- Rafael Frank) -18/07/08

A Rossi Residencial anunciou que iniciará suas operações no Estado do Amazonas. A região metropolitana de Manaus terá o primeiro empreendimento da construtora, que considera a possibilidade de estender sua atuação para outras cidades da região norte do Brasil.

A empresa paulista firmou parceria com a incorporadora e construtora amazonense Capital, que além de executar os empreendimentos, vai responder pela gestão imobiliária.  A Rossi ficará responsável pela estruturação financeira dos projetos da parceria.

O acordo ainda engloba terrenos já negociados e em negociação para lançamentos pela nova sociedade com VGV (Valor Geral de Vendas) aproximado de R$ 1 bilhão para os próximos anos. As empresas pretendem atender todos os segmentos do mercado, desde o econômico ao de alto padrão.





Suíte Vollard será relançado

20 07 2008

(Gazeta do Povo- Fabiane Ziolla Menezes) – 20/07/08

Desde a sua inauguração pela Construtora Moro, em novembro de 2004, o primeiro prédio giratório do mundo, o Suíte Vollard, continua vazio. Uma das causas apontadas na época foi o preço das unidades: US$ 300 mil ou pouco mais de R$ 800 mil para cada um dos 11 apartamentos (um por andar) de 140 metros quadrados de área privativa (fora área de serviço e um lavabo) destinados a um morador solteiro. Dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Paraná, de 2004, mostram que o preço médio do metro quadrado de apartamentos de alto padrão novos era de R$ 1.448,12. No caso do Suíte Vollard, esse valor estava em R$ 2.700.

A falta de interesse no prédio devido ao alto preço levou os seus criadores, entre eles o idealizador do projeto, o então arquiteto-chefe da Moro, Bruno De Franco, a pensar em um mercado mais promissor e com maior poder aquisitivo: o internacional. Para isso o prédio foi mantido vazio, como um tipo de “edifício laboratório” para que a tecnologia fosse aprimorada. “A tecnologia era novíssima, mas não perfeita. Hoje, os materiais são de fornecedores estrangeiros, o que permite que prédios com essa tecnologia sejam feitos em qualquer lugar do mundo”, diz Cristian Kim, diretor de operações da Spin Buildings, empresa que foi criada logo após o término do Suíte Vollard e passou a ser a proprietária do prédio, com o objetivo de vender sua tecnologia para investidores internacionais. A empresa tem como diretor de relações internacionais o filho do dono da Moro, Alfredo Moro Neto.

Novos planos

Com a retomada do mercado da construção civil brasileiro desde 2006, a Spin está buscando parceiros para empreendimentos nacionais com o relançamento do Suíte Vollard. “Hoje sabemos que novos empreendimentos do tipo são possíveis e vendáveis, tanto no Brasil quanto no exterior”, diz Moro Neto.

A Spin Buildings promete o relançamento até o fim deste ano e pretende investir R$ 13 milhões em reforma e atualizações do edifício. Além de novos vidros e mudança de esquadrias – que diminuirão de número, deixando a fachada do prédio mais limpa e moderna – também estão previstas áreas comuns de lazer e up grades tecnológicos.

A automação dos apartamentos já permite girá-los para os dois lados e até programar um horário específico para a ação. A Spin pretende unir essa tecnologia com outra mordomia atual: o controle da automação residencial pelo celular.

Logo depois da revitalização, a Spin também terá de pedir a vistoria final da obra, ou seja, o Habite-se, que, segundo informações da Secretaria Municipal de Urbanismo, nunca foi pedido. “Realmente não foi solicitado porque tão logo isso seja feito, inicia-se a cobrança de uma série de impostos, taxas e tributos. Assim que terminada a revitalização realizaremos a solicitação da vistoria à Prefeitura de Curitiba”, explica Kim. O valor de venda estimado pela Spin Buildings para as 11 unidades do Suíte Vollard é de R$ 1,2 milhão cada.





Financiamento mais fácil

12 07 2008

(Gazeta do Povo) – 06/07/2008

Bancos privados, de olho no crescimento do mercado da construção, passaram a oferecer mais vantagens para quem quer financiar a compra da casa própria

Canteiro de obras

Canteiro de obras: aumento no número de construções impulsionou volume de financiamentos.

Um campo ainda dominado pela Caixa Econômica Federal, os financiamentos imobiliários vêm atraindo maior interesse das instituições bancárias privadas. Elas estão de olho no volume bilionário de recursos disponíveis neste ano – a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip) estima que o brasileiro vai emprestar dos bancos R$ 25 bilhões para a compra da casa própria -, volume captado do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), principal fonte de dinheiro para financiamento imobiliário no país.

Até maio já foram emprestados em todo o país R$ 9 bilhões para financiamentos imobiliários. A CEF continua na liderança e responde por mais de 50% (quase R$ 5 bilhões) deste volume, porém com uma hegemonia menor que em anos anteriores, quando chegava a 80%. “Os bancos privados estão emprestando mais e tomando espaço neste bolo”, diz Osvaldo Correa Fonseca, diretor da Abecip. A instituição calcula que estas empresas (entre elas, HSBC, Itaú, Santander, Banco Real e Bradesco) duplicaram o seu número de financiamentos no último ano.O aumento começou só a partir de 2004, quando o Banco Central (BC) passou a editar regras regulamentando o uso dos recursos do SBPE. Antes só a Caixa seguia as normas mais rígidas, e por isso, oferecia as melhores condições. Como o foco desta modalidade são classes baixa e média, o BC estabelece valor máximo de R$ 350 mil para os imóveis a serem financiados (com exceção da Caixa e Banco do Brasil). Além disso, o contratante não pode ter outro imóvel e os bancos devem cobrar juros inferiores a 12% – regras que formam o chamado Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Vantagens

Tanto para Abecip quanto para profissionais que trabalham diretamente com a venda de imóveis, o resultado do maior interesse dos bancos privados pelos financiamentos é uma concorrência benéfica para o comprador. É o que resume o corretor imobiliário Daniel Galiano, diretor de vendas da Apolar Imóveis: “Quanto maior a competitividade, melhor para o consumidor”, diz. “O resultado já aparece nas taxas de juros cobradas. Os bancos estão mantendo médias compatíveis com as alíquotas da Caixa”, afirma outro corretor, Gilberto Lyra, da LS Assessoria Imobiliária. Antes a alíquota variava de 12% a 16%. Além das taxas reais de juros os bancos cobram as de administração do financiamento. “Com esta disputa, a tendência é que este valor (que gira em torno de 1% ao ano) caia para atrair os clientes”, completa Lyra.

Estratégias

As taxas mais competitivas não são a única estratégia dos bancos. Muitas instituições buscam soluções ainda mais ousadas. O HSBC permite que se parcele, junto com o financiamento, documentos para regularização do imóvel, como registro, escritura e Imposto por Transmissão de Bens (ITBI). Já o Santander, oferece planos com opção de o cliente ficar um mês por ano (a escolher) sem precisar pagar a parcela.

O administrador Octávio Siqueira Osternack encontrou em um banco privado o que precisava: rapidez no processo. “Pesquisei e optei por um banco onde tudo (análise e aprovação do crédito) foi resolvido em poucos dias”, conta Osternack, que praticamente não precisou sair de seu escritório para conseguir o financiamento do apartamento que mora atualmente. “Uma agente do banco vinha até aqui resolver tudo”, diz.

Outras fontes de recursos

Além dos recursos do SBPE, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil (BB) e as instituições privadas de crédito imobiliário usam ainda recursos próprios para dar financiamento. Os contratos deste tipo seguem as normas do chamado Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Nesta modalidade os bancos são livres para estipular a taxa de juros que quiserem. Em compensação, não há limite de valor do imóvel. O modelo é voltado principalmente para quem quer adquirir um segundo imóvel.

Além disso, a Caixa e o BB também tem linhas de financiamento usando dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – dentro das normas do SFH. Os bancos Itaú, Bradesco e Real ABN-Amro já anunciaram que, ainda este ano pretendem criar linhas de financiamento com utilização do Fundo. A expectativa do Banco Central, que abriu a possibilidade, é que esta medida beneficie pessoas com renda até R$ 1,8 mil.

Dicas

Com juros e condições muito parecidas, confira as sugestões do consultor Mauro Halfeld para escolher o seu financiamento:

Taxas reais: além dos juros nominais, os bancos cobram serviços, como administração do financiamento e seguros, que compõem a chamada taxa efetiva. Escolha o banco que cobrar menos.

Prazo longo: optar por um prazo longo de pagamento pode ser melhor. Isso porque as parcelas irão pesar menos no orçamento. Quando possível, adiante as parcelas.

Orçamento: se for possível, opte por um imóvel cujas parcelas afetem pouco o orçamento. Caso contrário, vale a velha dica de comprometer apenas 30% da renda mensal.

Comparativo das condições praticas pelos bancos.

Comparativo das condições praticas pelos bancos.





Arquitetura com Aço: Leveza, rapidez e precisão

8 07 2008

(Nanci Corbioli- Arco Web. Projet Design: 2002)

No início dos anos 90, a construção metálica brasileira começou a reverter a fase de estagnação vivida na década anterior. Desde então vem tendo crescimento moderado, mas capaz de manter o otimismo dos fornecedores. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), em 1990 a indústria da construção consumiu 28,4% da produção total de aço no Brasil; em 2000, esse índice aumentou para 31,2%.
Segundo dados da
Abcem-Associação Brasileira da Construção Metálica, cerca de 5% dos quase 140 milhões de m2 construídos no país em 2000 têm estrutura metálica.
Há um dados importante: um quilo de aço custava seis dólares em 1980; hoje está em pouco mais de um dólar. Mas, para o arquiteto Pedrosvaldo Caram Santos, gerente de Construções Metálicas da
Usiminas, o interesse de profissionais e investidores deve ser atribuído principalmente às vantagens dos sistemas industrializados de construção e a sua relação custo/benefício.           

(1)Estrutura metálica na loja de 500m2 em três pavimentos                         

(2) Vista aérea das obras do Shopping Frei Caneca:estrutura metálica, steel deck e vedação com painéis pré-fabricados

 
“Prever o uso de estrutura metálica desde a fase de projeto pode proporcionar economia entre
10% e 15%, em comparação com a construção convencional. Empregado junto com outros sistemas industrializados, o ganho pode até ultrapassar 15%”, afirma Pedrosvaldo Caram.
O consultor de estruturas Ernesto Tarnoczy Júnior concorda com esses números, mas ressalva: “Eles são possíveis desde que haja arquitetura adequada, em que a estrutura e os acabamentos dancem uma valsa perfeita, com concepção coerente e sem improvisações”. Quando se usa a estrutura de aço, deve-se pensar em seu próprio peso, no transporte e na montagem para cada projeto especificamente. “São essas três variáveis que podem viabilizar ou não a estrutura metálica em um edifício.”
O raciocínio conduz diretamente à importância da qualidade do projeto. “Com a idéia do menor preço, predomina a crença de que o computador resolve tudo de uma hora para outra, sem influência do fator humano no resultado. É um grande engano.
Há estruturas superdimensionadas, muitas vezes em mais de 35%, excesso que pretende garantir a capacidade estrutural, em projetos pouco trabalhados. Isso eleva muito e desnecessariamente o custo da obra, e só acontece porque no Brasil falta a cultura que privilegie o trabalho do calculista”, critica.


Inaugurado no primeiro semestre deste ano, o Shopping Frei Caneca imediatamente se tornou referência no uso de estruturas metálicas e na proteção contra incêndios. A obra tem 73 mil m2 estruturados em aço e fechamento com pré-fabricados de concreto. “Até as caixas de escadas e de elevadores são feitas com aço e contraventadas”, detalha o coordenador do projeto e da construção, Newton Duarte Barros, sócio da Construtora Zeeni Reis Barros, responsável pela obra.

O aço utilizado foi o ASTM A36, que recebeu proteção contra incêndio por um produto à base de fibras, minerais e cimento aplicado por projeção pneumática. “Esse sistema é o mais utilizado em todo o mundo porque oferece bons resultados, facilidade de aplicação e seu custo equivale a, no máximo, 8% do valor da estrutura”, avalia Barros.

A obra também empregou o sistema steel deck de laje, uma espécie de fôrma metálica para o concreto que fica na estrutura, trabalhando como armadura positiva. Além de dispensar escoramentos e servir
de forro para o pavimento inferior, o steel deck ainda assegura rapidez e facilidade de instalação e alta qualidade no acabamento.

No Frei Caneca, o steel deck foi fixado às vigas mistas por conectores de cisalhamento (pinos metálicos eletrossoldados).
A armação foi complementada por tela soldada com armadura igual nas duas direções, a fim de evitar fissuras causadas pela retração do concreto. Para combater esforços de continuidade das lajes sobre os apoios e minimizar as flechas, usou-se armadura negativa na região das vigas intermediárias e principais.

Outro bom exemplo: o complexo dos hotéis Caesar Park, construído nas imediações do Aeroporto Internacional de São Paulo, na cidade de Guarulhos. Projetados pelo arquiteto Roberto Candusso e construídos pela Inpar, os hotéis ocupam uma construção única dividida em três asas, de 14 pavimentos cada, somando 23 mil m2 erguidos em 11 meses.

Esse prazo foi possível pela adoção de sistemas construtivos industrializados, incluindo estrutura metálica (com perfis ASTM A36 e proteção passiva contra incêndio com argamassa projetada, à base de fibras minerais), laje do tipo steel deck, fechamentos externos com painéis de concreto pré-fabricados, paredes-divisórias de gesso acartonado e banheiros prontos.

Segundo Candusso, a principal dificuldade na obra foi a falta de hábito de se construir edifícios não-comerciais em aço. “No início, senti falta de diálogo com as empresas que executam os serviços, pois elas não estão acostumadas com a linguagem arquitetônica. Assim, surgiram vigas de contraventamento onde deveria ter uma porta.
Mas corrigimos os problemas de comunicação e, fora isso, tudo foi muito mais fácil, limpo e lógico, sem improvisações.”

Coberturas metálicas
De acordo com Márcio Mattoso Guimarães, da Abcem, os fabricantes de telhas e fechamentos laterais metálicos hoje integram o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade-Habitat (PBQP-H), do governo federal, que avalia a produção de materiais e componentes e combate a não-conformidade a partir do poder de compra do Estado.

O setor de coberturas metálicas
trabalha hoje basicamente com bobinas de aço revestido por zinco, o que assegura alta durabilidade, grande resistência mecânica e custos inferiores. A fabricação deve obedecer à padronização da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com normas específicas para cada um dos dois tipos de telhas de aço disponíveis no mercado: a norma NBR 14 513 abrange as telhas onduladas e a NBR 14 514 define os parâmetros para as telhas trapezoidais.
A escolha entre uma ou outra depende das características do projeto, mas, em geral, as trapezoidais são mais empregadas em galpões industriais e as onduladas atendem a diferentes linguagens arquitetônicas.

As telhas metálicas termoacústicas são fabricadas com os mesmos tipos de chapa, mas apresentam entre as folhas uma camada intermediária de material termoacústico, como poliuretano ou poliestireno, formando uma espécie de sanduíche leve e resistente que não causa grande sobrecarga às estruturas do telhado.

A aplicação de qualquer um dos tipos de telha deve observar atentamente as recomendações do fabricante, que fornece tabelas com as especificações próprias para cada forma de uso, considerando as dimensões da telha, as distâncias entre os apoios e as cargas por kgf/m2.

As vantagens do sistema

Quando projeto e arquitetura estão bem resolvidos, a estrutura metálica proporciona diversas vantagens. Algumas delas são enumeradas pelo arquiteto Pedrosvaldo Caram Santos e pelo engenheiro Ernesto Tarnoczy Júnior:

Criatividade – O aço possibilita design criativo, que pode ser explorado de múltiplas formas. “O único limite é o bolso”, garante Tarnoczy.

Logística – Detalhes e interfaces planejados evitam improvisações, assegurando uma obra limpa e seca. “Como todos os ajustes necessários são realizados ainda na etapa de detalhamento dos projetos, é possível prever exatamente o quanto de cada material será utilizado na obra”, destaca Caram.

Leveza – Segundo Tarnoczy, quanto mais alto o edifício com estrutura de aço, maior será a economia com as fundações. “A espessura média do concreto usado nas edificações atualmente é de 20 cm, o que equivale a 500 kg/m2; com os acabamentos, supera-se os 1000 kg/m2. Com estrutura metálica, o mesmo edifício terá carga total correspondente a algo entre um terço e metade desse valor, dependendo de sua altura e dos demais materiais adotados. O prédio com estrutura metálica fica até 53% mais leve”, afirma.

Redução de perdas – A precisão milimétrica do sistema reduz sensivelmente o desperdício de material em comparação com as obras artesanais.

Rapidez da montagem – O uso de estruturas metálicas e de sistemas industrializados em geral acelera o ritmo das obras, lembra Caram. Essa característica é fundamental para empreendimentos como hotéis, shoppings, cinemas e supermercados.

Facilidade de manuseio – O aço é especialmente vantajoso para obras em terrenos acidentados ou onde não há espaço para canteiro. Basta planejar a montagem da peça tão logo ela chegue ao local, sem a necessidade de espaço para armazenagem. Como o aço é mais leve que o concreto, pode-se trabalhar com guindastes menores.

Desempenho testado – Caram destaca a importância da pré-montagem da estrutura na própria fábrica para a correção de processos industriais. Além disso, os milhares de componentes são numerados, de modo a assegurar a montagem correta no canteiro.

Transporte - Normas técnicas para o transporte de componentes industrializados asseguram boas condições do material na chegada ao canteiro. A modulação das peças proporciona melhor aproveitamento do espaço de caminhões/contêineres, diminuindo gastos com transporte.





Surpresa!!!

4 07 2008

Veja o que acha…é só uma primeira idéia…coloquei algumas imagens com direito a obra do breeze e tudo. Também dei uma formatada nos textos, porém ainda falta muito para termos o blog mais visitado do mundo!! hehe

Até.





A moradia na Alemanha e no Brasil: os exemplos de Freiburg i.B. e Florianópolis/SC

3 07 2008

(Adriana G. C. da Silva) – 27 de junho de 2007

Moradia, habitação, casa, domicílio ou espaço doméstico são os nomes dados ao lugar onde o ser humano vive. Este espaço não serve apenas como proteção, por exemplo, contra as turbulências da natureza, do clima, e de animais selvagens, mas também contra o próprio homem.
Estilos de vida, gostos e personalidades moldam as formas, funções e estética das habitações – mas os modos e cultura do morar correspondem também às normas da sociedade, aos materiais à disposição e às fontes culturais.
As transformações das moradias e das edificações remetem assim a transformações da sociedade, dos casais e das famílias, da divisão social do trabalho e relações de dominação, comportamentos sexuais e características de personalidade. Deste modo, Häuβermann e Siebel afirmam que: “através das transformações das plantas baixas das moradias pode-se decifrar as transformações no morar”.

LINK do artigo completo: http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp420.asp





Mercado Imobiliário de Curitiba

3 07 2008

(Prof. Marcos Kahtalian – Unifae) – 2008

Texto sobre desafios e oportunidades do mercado imobiliário de Curitiba.

LINK: Mercado imobiliário de Curitiba





Florianópolis -planejamento urbano

2 07 2008

Notícia veiculada em www.uol.com.br em 25/jan/2008.

Florianópolis – planejamento-urbano (parte 1)

Florianópolis – planejamento urbano (parte 2)

Florianópolis – planejamento urbano (parte 3)





Primeiro prédio iluminado 100% com leds

1 07 2008
(Obra24horas)

Primeiro prédio iluminado 100% com leds Paris ganha nesta semana mais um motivo para ser chamada de “Cidade Luz”. A Philips anunciou a iluminação do primeiro prédio de escritórios do mundo totalmente com soluções LED (Lighting Emiter Diode – diodo emissor de luz). Esta tecnologia é o que há de mais avançado em iluminação atualmente. O prédio, de propriedade da seguradora Generali, localizado na Avenida Champs-Elysées, 100, é um marco na história da iluminação. Na área externa, o projeto do arquiteto Anthony Béchu utiliza o efeito de mudança de cor para valorizar o edifício. As fachadas de vidro dos dois últimos andares recebem luz colorida, fazendo o prédio parecer um farol na noite. A iluminação da área interna tem por objetivo melhorar o bem-estar das pessoas e diminuir os custos de manutenção. No escritório, a iluminação é feita por 422 luminárias instaladas em um teto falso. Cada uma é alimentada por 16 ou 12 LEDs de 2,6W de alta potência, dependendo de sua localização no escritório. Esta configuração provê uma iluminação média de 300 lux em todo o espaço e de 500 lux nas estações de trabalho. A Philips deu especial atenção ao desenvolvimento dos componentes ópticos. Além disso, luminárias SpotLed 3K2, cada uma com três LEDs de 3W, são usadas nos corredores.








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