IR: Câmara estuda ampliar prazo de isenção sobre valor ganho por venda de imóvel

17 02 2009

(InfoMoney) – 16/02/2009

O ganho que o contribuinte obtem ao vender um imóvel residencial pode ficar isento do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) por um período de até um ano, desde que ele aplique esse montante na compra de outro imóvel residencial. A ampliação do prazo de isenção é a proposta do projeto de lei 21/09, que tramita na Câmara.

Hoje, para que não incida imposto sob o valor obtido pela venda, o contribuinte tem até 180 dias para comprar outro imóvel residencial. A proposta do senador Papaléo Paes (PSDB-AP) estende esse prazo para 365 dias a partir da assinatura do contrato de venda.

Um negócio complicado

Para o senador Paes, a negociação imobiliária não é tarefa simples. “Quantas vezes se vê um imóvel anunciado para venda durante meses seguidos, antes que possa ser efetivamente vendido?”, questiona, de acordo com a Agência Senado.

Ele afirma que a comercialização de imóveis, por ser de maior valor, depende de fatores externos, como inflação, financiamento e variações do mercado financeiro. Ele argumenta que esse tipo de negócio tem suas peculiaridades que dificultam a venda.

De acordo com o senador, a ampliação do prazo não prejudicará a arrecadação. O projeto ainda prevê que caberá ao Poder Executivo estimar o valor da renúncia fiscal.

O PLS 21/09 está sendo analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e depois vai à Comissão de Assuntos Econômicos, onde será aprovado ou vetado.





Lula manda Banco do Brasil financiar habitação popular

17 02 2009

(Folha Online) – 17/02/2009

O Banco do Brasil irá atuar no financiamento de imóveis para baixa renda, informam Kennedy Alencar e Sheila D’Amorim em reportagem da Folha. Apesar de esse segmento não ser o foco do banco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu ordem à instituição para participar como financiador do pacote de habitação popular que deverá ser anunciado após o Carnaval.

A decisão foi tomada depois de Lula ouvir da Caixa Econômica Federal que ela teria dificuldade para, sozinha, levar o mercado a atingir a meta de financiamentos do plano: 500 mil unidades neste ano e 500 mil até o final do ano que vem.

Os maiores benefícios do plano estão sendo direcionados para os trabalhadores com renda de até dez salários mínimos (R$ 4.650,00). Segundo estimativas do governo, é nessa camada da população que estará a maior parte da demanda por imóveis nos próximos 15 anos (mais de 70%).

A ministra Dilma Roussef (Casa Civil) já havia adiantado na última quarta-feira (11) que o programa de habitação popular em estudo pelo governo federal beneficiaria famílias que ganham de dois (R$ 930) a dez salários mínimos (R$ 4.650), mas não havia dito que os recursos viriam também do Banco do Brasil.

Durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos, na última quarta-feira, a ministra adiantou ainda que o governo tentará diminuir o prazo médio de construção de moradias dos atuais 33 meses para 11 meses e que, para isso, será necessário um novo marco regulatório. ‘Vamos assegurar que haja um marco para que essas construções ocorram’, afirmou.

Já o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse na quinta-feira passada (12) que o governo federal deve anunciar e divulgar, até o Carnaval, uma série de balanços e medidas que darão novo fôlego à economia nacional para atravessar o momento de crise. Dentre as principais ações programadas, segundo ele, está o anúncio de um novo pacote de estímulo para o setor de habitação.





Consultoria anuncia acordo para a compra do Hopi Hari

17 02 2009

(Folha Online) – 14/02/09

A consultoria especializada em reestruturação de empresas Íntegra Associados informou ontem que tem um acordo para a compra do parque temático Hopi Hari, em Vinhedo (SP). O negócio depende da renegociação da dívida do parque com os bancos credores, já em andamento. O endividamento é estimado em R$ 800 milhões.

De acordo com o comunicado ao mercado, a Íntegra investirá R$ 10 milhões e fará a reestruturação financeira e societária do parque. Os maiores acionistas atuais, que são o fundo de investimento GP e os fundos de pensão Previ, Funcef e Petros, tirarão de seus balanços o ativo, inviabilizado pelo altíssimo endividamento.

Esse será o primeiro investimento feito pela Íntegra, cujos sócios dizem ter identificado como “excelente oportunidade o investimento em companhias endividadas”, que necessitam de capital e gestão para se viabilizarem durante a crise econômica mundial. A consultoria foi responsável pela reestruturação da Parmalat e também foi contratada para reerguer a Gradiente, mas o contrato não foi levado à frente.

O Hopi Hari previa faturar R$ 84 milhões no ano passado, com crescimento de 17,2% em relação a 2007, e receber 2 milhões de visitantes.

Já os fundos, que viram seu patrimônio diminuir em função da queda na Bolsa, começaram o ano ocupando-se da venda de alguns ativos. A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, busca compradores para suas propriedades do setor imobiliário, como o hotel Costa do Sauipe e o prédio do Hotel Meridién, em Copacabana, no Rio. O Hopi Hari era considerado o ativo mais difícil de ser vendido pelo alto endividamento e pela defasagem na infraestrutura do parque.





Imóveis: cai o número de unidades lançadas e sobe o preço do metro quadrado

17 02 2009

(InfoMoney) – 13/02/2009

Imóveis: cai o número de unidades lançadas e sobe o preço do metro quadrado

SÃO PAULO – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), em 2008, o número total de unidades habitacionais lançadas apresentou recuo na grande São Paulo.

Enquanto em 2007 houve 62.065 lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo e 38.990 na capital, no ano passado, esse números passaram para 61.898 e 34.080, respectivamente.

Ainda no ano de 2008 foi registrado um aumento expressivo nos preços dos terrenos, especialmente no chamado Centro Expandido, graças às disputas de incorporadores com caixas elevados à procura da ampliação de seus estoques de terras.

Variação dos preços

Para se ter uma ideia, entre 2007 e o ano passado, o preço médio por metro quadrado de área útil passou de US$ 2.434 para US$ 3.305.

Na tabela abaixo, é possível verificar a evolução do custo médio do metro quadrado nos últimos dez anos:

Ano Valor em dólar(US$)

2008 | 3.305

2007 | 2.434

2006 | 2.756

2005 | 2.061

2004 | 1.498

2003 | 1.945

2002 | 1.767

2001 | 2.362

2000 | 1.984

1999 | 1.490

Fonte: Embraesp

2009

Porém, a disputa desmedida entre incorporadoras não deve continuar nesse patamar. Isso porque, segundo a Embraesp, a crise financeira mundial trouxe os empreendedores de volta ao chão.

Assim, de acordo com o diretor da entidade, Luiz Paulo Pompéia, a previsão é que o mercado imobiliário crescerá, em 2009, menos do que em 2008, retornando, possivelmente, aos níveis de produção de 2006.





Casa Bascol recebe visitantes

17 02 2009

(Gazeta do Povo) – 15/02/2009

Quem quiser conhecer as técnicas construtivas da incorporadora portuguesa Bascol pode visitar a sede da empresa em Curitiba. A Casa Bascol está dividida em sala, quarto, cozinha, banheiro, varanda e lavanderia. O espaço foi criado para a visualização das técnicas de construção da empresa, como os materiais de isolamento acústico e térmicos, as paredes duplas, a tecnologia de som ambiente, os acabamentos, entre outros. A Casa Bascol, que pode ser visitada de segunda a sábado, das 9h às 18h30, fica na Avendida Sete de Setembro, 6.679. Informações: (41) 3079-9798 ou www.flexcity.com.br





Em larga escala

17 02 2009

(Gazeta do Povo) – 15/02/09

As incorporadoras Thá e Rossi lançarão megaempreendimento com foco no chamado segmento econômico, em Curitiba. Condomínio terá seis praças e 900 apartamentos com preços a partir de R$ 99 mil

O bairro do Atuba, na região norte de Curitiba, foi o local escolhido pela joint venture entre Thá e Rossi para o seu próximo lançamento: o condomínio Vida Bella – Praças Residenciais. Aposta das empresas para fisgar o que definem como segmento econômico, o numeroso condomínio terá 900 apartamentos e um conceito urbanístico diferente, com seis grandes praças que concentram as opções de lazer e funcionam como extensão do apartamento.

Hoje, entre às 10 e 19 horas, as empresas realizam um evento de divulgação de assinatura de contratos do condomínio, que por enquanto ainda está em fase de pré-lançamento. A ação será no local em que será construído o empreendimento (Rua Abel Scuissiato, 2.829 – Atuba). Além de tirar as dúvidas sobre o condomínio, haverá diversas atividades recreativas para as crianças.

Outro estande de atendimento está montado na tradicional Festa da Uva, em Colombo. Os visitantes poderão conhecer mais sobre o empreendimento e os interessados terão direito a transporte de ida e volta até o local das obras.

As 900 unidades do Vida Bella serão distribuídas em um espantoso número de 45 torres, ocupando um terreno de 72 mil metros quadrados. Serão construídos apartamentos de dois e três dormitórios. Cada torre terá quatro apartamentos por andar, todos com sacada. Os de dois dormitórios terão área privativa de 52 metros quadrados, enquanto as unidades com três quartos terão 66 metros quadrados. Ambas as plantas serão construídas em formato longitudinal, diferente da arquitetura tradicional.

O foco do empreendimento, definem as empresas, é o segmento econômico. Os apartamentos custam a partir de R$ 99 mil. “Não temos dúvidas de que as prestações da casa própria estão mais acessíveis que o aluguel. É exatamente essa facilidade que queremos proporcionar a esse público: a realização de comprar a casa própria, inserida dentro de um bairro privativo, com infra-estrutura de encher os olhos”, diz o gerente de marketing da Rossi, Cristiano Viana.

Praças residenciais

Além do segmento econômico, outra aposta dos realizadores do projeto é o conceito de praças residenciais. As empresas apontam que serão construídas praças entre as torres do Vida Bella, criando espaços de entretenimento para os moradores. Serão seis delas. Cada uma com uma utilização diferente, entre elas recreativa, de convívio e contemplativas. “As 15 opções de lazer, destacadas pelo Vida Bella estarão inseridas no contexto de seis grandiosas praças de convivência, que já foram batizadas como Praça das Araucárias, Praça das Figueiras, Praça Jequitibás, Praça das Palmeiras, Praça Verão e Praça da Amizade”, comenta Viana.

Perfil

Conheça as características do Vida Bella – Praças Residenciais:

Infraestrutura: Seis praças de convivência, piscina infantil e adulto, salão de festas, brinquedoteca, espaço fitness, dez churrasqueiras, playground, play baby, pista de skate, quadra de bocha, quadra de vôlei de areia, quadra gramada e recanto para piquenique.

Endereço: Rua Abel Scuissiato, 2.829 – Atuba.

Preços: Apartamentos de dois dormitórios a partir de R$ 99 mil. Apartamentos de três dormitórios a partir de R$ 134 mil.

Forma de pagamento: Entrada a partir de R$ 3.960 (pagas em três parcelas) e financiamentos antes da entrega das chaves (direto com as incorporadoras) e pós-entrega das chaves (com a Caixa Econômica Federal).

Previsão de entrega: A partir de fevereiro de 2011 (primeira fase).

Plantão de vendas: No local ou pelo telefone (41) 3621-5838.

Registro de incorporação: R5 Matrícula 55.868. Registro de imóveis de Colombo.





Falta apartamento de um quarto no mercado

14 02 2009

(Jornal Nacional) – 03/02/09

Tem cada vez mais gente procurando e menos construtoras investindo nesse tipo de imóvel. Hoje, nas duas maiores cidades brasileiras, de cada 100 lançamentos apenas dois são de um quarto.

vídeo

Atualmente, no mercado imobiliário brasileiro, um determinado tipo de apartamento tem sido muito disputado nas cidades grandes: o quarto e sala.

No quarto e sala, nunca faltou espaço para Cátia viver sozinha. Agora, ela quer se mudar para um prédio mais novo, mas não está nada fácil encontrar outro apartamento de um dormitório. “Pelo que eu vejo no jornal, não tem muita oferta. A impressão é que não tem”.

Os apartamentos de um dormitório estão se tornando artigo raro, porque há uma conta que não fecha no mercado imobiliário: tem cada vez mais gente procurando e menos construtoras investindo nesse tipo de imóvel. Hoje, nas duas maiores cidades brasileiras, de cada 100 lançamentos apenas dois são de um quarto.

No Rio, entre os mais de 11 mil novos apartamentos, só 252 são de um quarto. Em São Paulo, mais de 60 mil lançamentos, apenas 1.540 tem um dormitório.

Enquanto isso, cresce o número de brasileiros que moram sozinhos: em uma década, quase dobrou. Com essa tendência, quem tem um apartamento usado para alugar fecha negócio rapidamente. No Rio, 85% dos imóveis de um quarto anunciados são ocupados em menos de um mês. Para venda, hoje, não adianta nem procurar.

“Atualmente, a gente não tem nenhum apartamento de um quarto no nosso site para venda”, afirmou Pedro Carsalade, da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis.

O estudante Ygor Oliveira está tentando morar perto do trabalho e da faculdade para não ter que enfrentar horas no trânsito todos os dias. Tem que ser um quarto e sala porque é mais barato, mas depois de três meses olhando os classificados, ainda é obrigado a recorrer a um plano B.

“Os amigos já estão avisados, duas vezes na semana o telefone já toca: ‘Preciso de abrigo’. Vamos ver se a gente acha esse apartamento com perfil de universitário”.

No ano passado, enquanto o mundo inteiro começava a sentir as consequências da crise no setor imobiliário dos Estados Unidos, aqui no Brasil o número de imóveis financiados batia um recorde histórico. Foram quase 300 mil unidades. O volume de dinheiro que foi emprestado a centenas de milhares de mutuários brasileiros chegou a R$ 30 bilhões em 2008. Em relação ao ano anterior, foi um aumento de 64%.





Crise reduz expectativas do mercado imobiliário, aponta Secovi-SP

14 02 2009

(G1) – 16/12/08

Balanço de 2008 prevê queda de 10% em lançamentos e vendas.
Para 2009, sindicato de habitação aponta crescimento menor.

A intensificação da crise financeira internacional em setembro reduziu as expectativas do mercado imobiliário de São Paulo para o ano, segundo o balanço divulgado nesta terça-feira (16) pelo Sindicato das Empresas de Compra e Venda de Imóveis de São Paulo (Secovi-SP), o maior do setor na América Latina.

A previsão é de encerrar o ano com 33 mil unidades comercializadas, e VSO (indicador que mede a venda sobre ofertas) estimado de 13,6% – queda de 10% nos lançamentos e nas vendas causada pelo que a entidade chama de “parada técnica”.

A mudança no cenário mundial, segundo o balanço, provocou expectativa quanto aos rumos da economia com “reação de aguardar os acontecimentos”.

A entidade estima fechar o ano com lançamento de 35 mil unidades, contra um total de 39 mil (2007) e 26 mil (2006).

De janeiro a outubro foram lançados no município de São Paulo um total de 29 mil unidades. O indicador de venda sobre ofertas registrou média mensal de 14,9% de comercialização.

Na comparação com 2006, no entanto, nota-se um aumento de 36% nos lançamentos e 17% no volume de comercialização.

2009

Para o próximo ano, o sindicato de habitação prevê que o mercado imobiliário continuará crescendo, ainda que em ritmo menor.

A previsão se baseia nos recursos anunciados pelo governo para irrigar o setor. O balanço destaca a resolução do Banco Central que direciona recursos da poupança para o mercado imobiliário.

Com ela, os volumes poderão chegar, até 31 de março de 2009, a R$ 10 bilhões, incluindo Caixa e bancos privados. Somente a Caixa operará R$ 3 bilhões.

“Com relação a recursos do FGTS, o orçamento aprovado no dia 30 de outubro de 2008 pelo Conselho Curador do FGTS prevê para habitação popular quase R$ 12 bilhões. Isso nos faz crer que não faltará financiamento para os consumidores finais, com taxas de juros variáveis de 4,5% ao ano, o que permite financiar o primeiro imóvel sem as amarras de valor máximo do imóvel ou de renda familiar bruta”, destaca o presidente do Secovi-SP, João Crestana.





Crédito imobiliário com recursos da poupança bate recorde em 2008

14 02 2009

(G1) – 03/02/09

Crédito imobiliário com recursos da poupança bate recorde em 2008

O financiamento imobiliário com recursos das cadernetas de poupança atingiu, em 2008, o número recorde de 299.746 unidades, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação a 2007, o número de imóveis financiado teve expansão de 53% no ano passado.

O número financiado superou o recorde anterior, de 267 mil unidades, registrado em 1981.

O valor financiado somou R$ 30,048 bilhões em 2008. Na comparação com o crédito imobiliário concedido pelos bancos que operaram esses recursos em 2007, houve crescimento de 64,4%.

Em dezembro do ano passado, o crédito imobiliário com recursos de poupança foi de R$ 2,547 bilhões, 37% a mais que no mesmo mês do ano anterior. O número de unidades financiadas em dezembro, de 25.494, foi 38% maior que o do último mês de 2007.

No ano passado, a captação líquida (depósitos menos retiradas) dos recursos da poupança destinados ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) aumentou 7,38%, para R$ 13,854 bilhões. Em dezembro, a captação líquida cresceu 2,06%, para R$ 4,318 bilhões.





Vocação comercial cada vez mais forte

11 02 2009

Gazeta do Povo – (08/02/09)

A Rua Reinaldino Scharffenberg de Quadros, no Alto da XV, tem vários prédios e casas residenciais, mas é cada vez mais comum ver os imóveis se transformando em negócios. Há quatro casas para locação comercial na via.

Com início na Avenida Marechal Humberto Castelo Branco e término no cruzamento da Ubaldino do Amaral, a Rua Reinaldino Scharffenberg de Quadros, no Alto da XV, é repleta de prédios baixos e casas de vários anos de construção. Ainda bastante equilibrada entre residencial e comercial, a rua começa a pender mais para a segunda vocação. A maioria das casas e sobradinhos já se transformou em estabelecimentos comerciais como salões de beleza, clínicas e pizzarias. Para exemplificar essa mudança de perfil, das seis placas de oferta encontradas na rua, quatro são de casas para locação comercial – das quais uma já está locada e outra reservada.

Uma das casas para locação fica ao lado da sede social do Clube Morgenau e tem duas entradas, uma pela Rua Camões e outra pela Reinaldino. O imóvel tem 122 metros quadrados de área construída, incluindo uma edícula nos fundos. Na casa há sete salas, cozinha e banheiro. Já na edícula há uma sala e um banheiro. O imóvel conta também com uma garagem coberta e estacionamento no terreno de 320 metros quadrados. Intermediada pela Tantus Imóveis, a casa pode ser locada por R$ 1.800/mês, mais a taxa de IPTU de R$ 73,98.

Na esquina com a Almirante Tamandaré a parte de baixo de um sobrado está disponível para locação. Com 60 metros quadrados o espaço sai por R$ 600 mensais pela Senzala Imóveis. De acordo com a imobiliária, pela entrada da Almirante Tamandaré é quase impossível conseguir alvará comercial; já pela Reinaldino a autorização seria mais fácil.

Nesta mesma quadra um ponto comercial foi locado na semana passada, pela LS Castro Imóveis. Com 130 metros quadrados, três salas e um banheiro, a locação do espaço saiu por R$ 700 mensais.

Outra casa, recém-reformada, também está para locação na rua, porém está reservada. Com 248 metros quadrados, dez salas, uma cozinha, dois banheiros e quatro vagas de garagem, o aluguel custa R$ 3.500 pela Habitec. Na Reinaldino há ainda um terreno para locação e um apartamento à venda.








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