Centro abriga moradas compactas

1 12 2009

(Gazeta do Povo) – 29/11/09

Área é de intenso interesse tanto para quem compra como para quem constrói

Central Park da incorporadora Invespark

Um grande empreendimento (Central Park, Invespark) foi um dos impulsionadores da produção imobiliária próximo da Praça Osório

Para quem pensava que o mercado imobiliário não investia mais na região central, os números apontados pelo Perfil Imobiliário de Curitiba mostram o Centro e o Centro Cívico como áreas de intenso interesse, tanto para quem compra quanto para quem constrói. A quantidade de serviços e comércio disponíveis e a facilidade de locomoção a outras partes da cidade são excelentes atrativos, sobretudo para grupos específicos, como solteiros e casais sem filhos.

O perfil do consumidor dessa região é bem definido. A média de habitantes por domicílio é apenas 2,4. No resto da cidade, essa média é 3. “Há muita gente, como estudantes e trabalhadores, que opta por viver próximo a seu emprego ou sua faculdade. Por isso, os empreendimentos lançados costumam ser menores, projetados para famílias pequenas”, define Nilton Antonietto, diretor da Thá Incorporação, que recentemente lançou três diferentes empreendimentos na região.

A idade média populacional da região é bem superior à verificada em Curitiba, (37,3 anos), e a população acima dos 70 anos é de 9,8% (bate os 3,6% do resto da cidade), o que indica uma presença forte de idosos nesses bairros.

Como apontou o diretor da Thá Incorporação, para atender esse público, os apartamentos – que são o principal segmento imobiliário de ambos os bairros –, são, em sua maioria, de um ou dois dormitórios. Esse fator derruba o tamanho dos imóveis da região. Na média, são 90 metros quadrados de área total contra 168 metros quadrados da cidade.

Mesmo com área média menor, o preço na região para os apartamentos de um e dois dormitórios é mais elevado do que a média da cidade. Para os de um quarto, o valor médio é R$ 149 mil (em Curitiba, a média desse perfil de apartamento é R$ 139 mil). Nos de dois dormitórios, o preço médio é de R$ 250 mil (contra R$ 213 mil da cidade). Além da grande procura, a alta nos preços é explicada também pelos empreendimentos recentes, que têm alto preço de venda.

Levando-se em conta todas as configurações de apartamentos, a oferta de imóveis na região central é mais forte em padrões mais baratos. Existem à venda 16 empreendimentos, com um total de 1.919 unidades. Delas, 47,1% classificam-se como econômicas (entre R$ 120 mil e R$ 200 mil), padrão com boa venda: mesmo representando quase metade de tudo que é lançado, apenas 24% (que corresponde a 57 apartamentos) ainda não foram vendidos.

No total de todos os padrões, somente 237 das unidades ofertadas na região central estão disponíveis – com maior concentração no padrão standard, com 46% do total, seguido do médio (28,7%) e o econômico (24,1%).

0,2% ao ano…
…é a taxa de crescimento populacional do centro de Curitiba. No Centro Cívico, esse valor é igualmente baixo: 0,4% ao ano. A pouca expansão populacional é o motivo para um aquecimento menor da construção na área central, quando comparado a outras regiões.

R$ 4,6 mil é a renda média familiar dos moradores da região central. O valor é acima da média da cidade (R$ 2,6 mil) e indica um poder de compra para imóveis de padrões acima do econômico.





Mercado Imobiliário de Curitiba – Edifícios Comerciais

28 11 2009

Binswanger Brazil

Pesquisa da Biswanger. Apresenta informações sobre o mercado de imóveis comerciais em Curitiba: Mercado imobiliario-Curitiba-1sem08





Construção é setor com maior expansão de pessoas ocupadas (Pnad 2008, IBGE)

18 09 2009

(IBGE) – set/09

Quanto à distribuição das pessoas ocupadas segundo os grupamentos de atividade, as maiores participações foram as dos grupamentos agrícola (17,4%), do comércio e reparação (17,4%) e da indústria (15,1%).

Na comparação com 2007, o grupamento da construção teve o maior crescimento em termos de pessoal ocupado (14,1%), com destaque para as regiões Norte (19,9%) e Nordeste (19,6%). Por outro lado, o grupamento agrícola, apresentou redução de 2,6% no seu contingente, de 2007 para 2008. As regiões Norte (-7,7%), Sul (-5,5%) e o Centro-Oeste (-5,1%) registraram quedas. O Sudeste foi a única região a apresentar crescimento de pessoas ocupadas no grupamento agrícola (2,6%) entre 2007 e 2008.





Famílias ficam menores, número de domicílios cresce e problemas habitacionais mudam

18 09 2009

(UOL Notícias) – 18/09/09

De 2007 para 2008, o número de domicílios no país cresceu mais rapidamente do que o número de famílias. Os dados divulgados pela Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), realizada pelo IBGE, também mostram que as famílias ficaram menores, com maior presença de unidades com uma ou duas pessoas.

O levantamento da pesquisa indica um total de 60,9 milhões de famílias vivendo em domicílios particulares em 2008, 1,4 milhão a mais do que no ano anterior. No mesmo período, o número total de domicílios subiu de 55,770 milhões para 57,557 milhões.

Proporcionalmente, o número de domicílios cresceu mais rapidamente que o de famílias. O crescimento do número de famílias foi da ordem de 2,4%, enquanto o do número de domicílios foi de 3,2%.

A essa tendência se soma a da redução do número de habitantes por domicílio. A média nacional ficou em 3,1 habitantes por domicílio, menor que a registrada na Pnad 2007: 3,2. Como se trata de uma média, a redução é significativa. Na região Sul, a “família média” é de 2,9 pessoas por domicílio, ou seja, menor do que a família nuclear formada por pai, mãe e um filho.

Evolução dos habitantes/domicílio (2007-2008)

Evolução dos habitantes/domicílio (2007-2008)

A redução no número de pessoas se verifica em algumas faixas: cresceu o número de domicílios com duas pessoas, praticamente se manteve estável o de três e, a partir de quatro pessoas por domicílio, há uma queda generalizada.

Essas mudanças no perfil domiciliar brasileiro levam a um aumento na pressão por habitação e serviços como fornecimento de água e coleta de esgoto e lixo, além de colocar desafios para as políticas públicas de habitação e de planejamento urbano. “Em alguns bairros, a pessoa pode ter até alguns metros quadrados a mais, mas ela vive em condições de ‘enterrado’”, diz a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e ex-secretária executiva do Ministério das Cidades, Ermínia Maricato.

“Boa parte das pessoas que moram sozinhas, por exemplo, é formada por mulheres idosas, não necessariamente de baixa renda”, explica o arquiteto e urbanista Kazuo Nakano, do Instituto Pólis, uma organização não governamental que atua no setor de planejamento urbano. Nakano também é doutorando do Núcleo de Estudos Populacionais da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O desafio, para ele, é pensar não só a habitação, mas a cidade, para esse novo contexto. Com menos pessoas por domicílio, é possível imaginar casas e apartamentos menores, mas isso não é suficiente. “As unidades podem ser menores, desde que as áreas de convivências da cidade sejam maiores”, explica.

Outra questão é a da “acessibilidade universal”. Nesse sentido, Nakano vê de forma positiva experiências da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo (CDHU) na adaptação de unidades para idosos e deficientes físicos.

Tendência
A redução no número de pessoas por domicílios é uma tendência que já vinha sendo indicada pelos levantamentos anteriores da Pnad.

De 1997 a 2007, a proporção de domicílios com uma pessoa cresceu, na participação total, de 8,6% para 11,5%, para chegar a 12% em 2008.

“Proporcionalmente, há uma tendência de redução da proporção da típica família nuclear, a do casal com filhos”, explica Elisa Hijino de Oliveira, que defende na próxima segunda-feira uma dissertação de mestrado na Ence (Escola Nacional de Ciências Estatísticas), ligada ao IBGE, justamente sobre o que os demógrafos chamam de “arranjos unipessoais” no Brasil na última década.

A redução do número de pessoas em cada família faz parte de uma grande mudança no perfil demográfico do país que inclui a redução da taxa de fecundidade, o envelhecimento populacional, o aumento da escolarização feminina e a entrada no mercado de trabalho, aumento das separações e divórcios, o adiamento dos casamentos e uniões e a transferência do foco da criança para os adultos na vida familiar.

Como conseqüência disto, os pesquisadores do Censo 2010, que será realizado no ano que vem, vão, pela primeira vez, perguntar se há cônjuges do mesmo sexo nos domicílios, buscando captar os novos tipos de família e as novas formas de morar.

Para Ermínia Maricato, outros dados sobre as famílias e os domicílios revelados pela Pnad 2008 são preocupantes. Ela cita, por exemplo, o crescimento do número de mulheres que são referência familiar. O número chegou a quase 35%.

“Esse é um dado de precarização. Especialmente quando a mãe é chefe de família e trabalha fora”, diz ela. Há outras famílias, que não a tradicional, que também enfrentam dificuldades: é o caso, por exemplo, daquelas formadas por uma avó e seu neto ou neta.

A precarização, aliás, pode estar também no aparentemente positivo crescimento no número de domicílios. Para Maricato, esse dado pode estar ligado a um adensamento de favelas nas “franjas” das grandes cidades.

“São necessárias pesquisas empíricas para verificar o que está ocorrendo, mas, se não foi interrompida a tendência dos anos 1980 e 1990, as condições podem estar piorando. As favelas mais antigas estão na quarta laje”, diz ela.

De acordo com Maricato, a retomada dos investimentos no setor de habitação e saneamento ainda não devem ter surtido um efeito que possa ser captado pela Pnad de 2008. “O impacto disso leva em torno de sete anos para ser sentido”, diz.

Além disto, o setor privado, embora esteja se voltando para a classe média, ainda não alcança o setor em que o déficit habitacional é mais significativo: o das pessoas que têm renda familiar média de até três salários. Há uma carência de 4,616 milhões de domicílios nesta faixa, segundo levantamento da Fundação João Pinheiro encomendado pelo Ministério das Cidades.

Maricato acredita que o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, deve levar a uma melhora nas condições de saneamento, mas não interrompe o processo de expansão horizontal das cidades.

Outra questão é a qualidade dos serviços: embora a Pnad aponte para mais casas com acesso a coleta de esgoto e lixo, a pesquisa não consegue medir a qualidade desse serviço. Segundo a Pnad, 83,9% dos domicílios têm acesso a rede de água, 52,5% a coleta de esgoto e 87,9% a coleta de lixo.

“Tenho dúvidas sobre esse número do lixo. Se a coleta chegasse regularmente a quase 88% dos domicílios, não haveria tanto lixo nos córregos e na beira das estradas do país, quando você sai das regiões metropolitanas”, afirma Maricato.

Nakano, por sua vez, diz que o dado sobre coleta de esgoto não é o melhor. “O morador que responde à Pnad não vê para onde vai o esgoto. Ele pode achar que está indo para a rede coletora e, na verdade, ele está indo para a galeria pluvial”, diz. Na sua opinião, os dados mais confiáveis sobre o setor deveriam vir do cadastro das empresas de saneamento. “Mas eles são uma bagunça.”

Déficit habitacional
Uma pesquisa recentemente divulgada da Fundação João Pinheiro, com sede em Minas Gerais, baseada em dados da Pnad 2007, aponta que o déficit habitacional do país é de 6,273 milhões de domicílios, dos quais 82,6%, ou quase 5,2 milhões, estão nas áreas urbanas.





Did You Know?

31 07 2009

Link para vídeo muito interessante sobre tecnologia, redes sociais e outros temas: Did you Know?

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Crescimento na crise e futuro em condições seguras

5 05 2009

Mercado de construção civil prevê fechamento de 2009 com crescimento de 3% e criação de condições de produção mais sólidas para 2010

Analistas de mercado e o próprio governo federal já admitiram que o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode não crescer este ano ou até apresentar crescimento negativo, revelando uma desaceleração da economia bastante significativa. Mesmo com esse cenário, o mercado imobiliário vislumbra crescimento para o ano de 2009. Levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR) mostra que o desempenho do setor no Brasil deve ser pelo menos 3% melhor em 2009 na comparação com o ano passado. “Para o Paraná o crescimento será maior, porque historicamente apresentamos índices melhores”, comenta o consultor econômico da entidade, Marcos Kahtalian.

Ele admite, no entanto, que os empresários do setor não ignoram a crise. “É claro que a crise existe e sem ela seria possível crescer mais”, explica.

Entre os fatores que permitem a análise positiva está o anúncio do incentivo do governo à construção, com a redução de impostos, criação de novas e atraentes linhas de crédito e concessão de subsídio para que famílias de baixa renda tenham acesso à casa própria.

Esse cenário, aliado ao fato de a construção civil não depender da disponibilidade de crédito externo, permitem aos empresários do setor prever novos investimentos em lançamentos. “Temos certeza que haverá crescimento, porque estamos vendo esse processo já no primeiro trimestre”, diz Gustavo Selig, presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi-PR). Ele afirma que as vendas apresentam aumento de 12% na comparação com 2008 e prevê que esse desempenho deve se manter pelos próximos meses.

Para Sinduscon e Ademi, os propulsores do crescimento são a demanda latente e a disponibilidade de crédito para o mercado imobiliário e da construção civil. “Poucas empresas trabalham com capital externo, o que garante que, caso a crise piore no exterior, há condições de tocar as obras. Além disso, as incorporadoras que atuam no Paraná são sólidas e têm o apoio dos bancos”, diz Selig.

Os órgãos divulgam que são necessárias 225 mil unidades residenciais para suprir o déficit habitacional do Paraná. “Com o programa do governo e as mudanças na legislação, teremos aumento de venda também para a classe média”, diz Selig referindo-se às mudanças nas regras para o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra de imóveis. Antes era possível utilizar o Fundo para comprar imóveis de até R$ 350 mil. Esse valor passou para R$ 500 mil.

Outro aspecto que favorece o mercado imobiliário é a migração de investidores. “Muitos estão deixando a Bolsa de Valores para comprar imóvel, que é um investimento seguro e, no médio e longo prazo, com boa rentabilidade”, analisa o economista e professor do Centro Universitário FAE, Carlos Ilton Cleto.

Crescimento e ajustes

Para 2010 o presidente da Ademi-PR vislumbra continuidade do crescimento. “O PIB do país deve crescer e com isso a confiança também, favorecendo o mercado.”

Jorge Kuser, consultor da Go4! Consultoria, explica que a construção civil tem perfil de projetos com tempo maior de maturação. “Os próximos dois anos ainda terão reflexos positivos, porque os projetos demoram 15 ou 20 meses para serem concluídos.”

O professor Carlos Ilton Cleto é cauteloso quanto as expectativas futuras. Ele acredita que a explosão das novas linhas de crédito será em 2009. “Sempre que há crescimento, ele é seguido de acomodação e manutenção. Em 2010 é provável que o mercado apresente um cenário mais realista.”

Para Kahtalian este ano será de ajustes para as incorporadoras e construtoras paranaenses. “Em 2008 nós discutíamos os problemas do crescimento exagerado. Agora temos a oportunidade de organizar o setor para ter condições de crescer com segurança pelos próximos anos.”





Imóveis: cai o número de unidades lançadas e sobe o preço do metro quadrado

17 02 2009

(InfoMoney) – 13/02/2009

Imóveis: cai o número de unidades lançadas e sobe o preço do metro quadrado

SÃO PAULO – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), em 2008, o número total de unidades habitacionais lançadas apresentou recuo na grande São Paulo.

Enquanto em 2007 houve 62.065 lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo e 38.990 na capital, no ano passado, esse números passaram para 61.898 e 34.080, respectivamente.

Ainda no ano de 2008 foi registrado um aumento expressivo nos preços dos terrenos, especialmente no chamado Centro Expandido, graças às disputas de incorporadores com caixas elevados à procura da ampliação de seus estoques de terras.

Variação dos preços

Para se ter uma ideia, entre 2007 e o ano passado, o preço médio por metro quadrado de área útil passou de US$ 2.434 para US$ 3.305.

Na tabela abaixo, é possível verificar a evolução do custo médio do metro quadrado nos últimos dez anos:

Ano Valor em dólar(US$)

2008 | 3.305

2007 | 2.434

2006 | 2.756

2005 | 2.061

2004 | 1.498

2003 | 1.945

2002 | 1.767

2001 | 2.362

2000 | 1.984

1999 | 1.490

Fonte: Embraesp

2009

Porém, a disputa desmedida entre incorporadoras não deve continuar nesse patamar. Isso porque, segundo a Embraesp, a crise financeira mundial trouxe os empreendedores de volta ao chão.

Assim, de acordo com o diretor da entidade, Luiz Paulo Pompéia, a previsão é que o mercado imobiliário crescerá, em 2009, menos do que em 2008, retornando, possivelmente, aos níveis de produção de 2006.





Crise reduz expectativas do mercado imobiliário, aponta Secovi-SP

14 02 2009

(G1) – 16/12/08

Balanço de 2008 prevê queda de 10% em lançamentos e vendas.
Para 2009, sindicato de habitação aponta crescimento menor.

A intensificação da crise financeira internacional em setembro reduziu as expectativas do mercado imobiliário de São Paulo para o ano, segundo o balanço divulgado nesta terça-feira (16) pelo Sindicato das Empresas de Compra e Venda de Imóveis de São Paulo (Secovi-SP), o maior do setor na América Latina.

A previsão é de encerrar o ano com 33 mil unidades comercializadas, e VSO (indicador que mede a venda sobre ofertas) estimado de 13,6% – queda de 10% nos lançamentos e nas vendas causada pelo que a entidade chama de “parada técnica”.

A mudança no cenário mundial, segundo o balanço, provocou expectativa quanto aos rumos da economia com “reação de aguardar os acontecimentos”.

A entidade estima fechar o ano com lançamento de 35 mil unidades, contra um total de 39 mil (2007) e 26 mil (2006).

De janeiro a outubro foram lançados no município de São Paulo um total de 29 mil unidades. O indicador de venda sobre ofertas registrou média mensal de 14,9% de comercialização.

Na comparação com 2006, no entanto, nota-se um aumento de 36% nos lançamentos e 17% no volume de comercialização.

2009

Para o próximo ano, o sindicato de habitação prevê que o mercado imobiliário continuará crescendo, ainda que em ritmo menor.

A previsão se baseia nos recursos anunciados pelo governo para irrigar o setor. O balanço destaca a resolução do Banco Central que direciona recursos da poupança para o mercado imobiliário.

Com ela, os volumes poderão chegar, até 31 de março de 2009, a R$ 10 bilhões, incluindo Caixa e bancos privados. Somente a Caixa operará R$ 3 bilhões.

“Com relação a recursos do FGTS, o orçamento aprovado no dia 30 de outubro de 2008 pelo Conselho Curador do FGTS prevê para habitação popular quase R$ 12 bilhões. Isso nos faz crer que não faltará financiamento para os consumidores finais, com taxas de juros variáveis de 4,5% ao ano, o que permite financiar o primeiro imóvel sem as amarras de valor máximo do imóvel ou de renda familiar bruta”, destaca o presidente do Secovi-SP, João Crestana.





Crédito imobiliário com recursos da poupança bate recorde em 2008

14 02 2009

(G1) – 03/02/09

Crédito imobiliário com recursos da poupança bate recorde em 2008

O financiamento imobiliário com recursos das cadernetas de poupança atingiu, em 2008, o número recorde de 299.746 unidades, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em relação a 2007, o número de imóveis financiado teve expansão de 53% no ano passado.

O número financiado superou o recorde anterior, de 267 mil unidades, registrado em 1981.

O valor financiado somou R$ 30,048 bilhões em 2008. Na comparação com o crédito imobiliário concedido pelos bancos que operaram esses recursos em 2007, houve crescimento de 64,4%.

Em dezembro do ano passado, o crédito imobiliário com recursos de poupança foi de R$ 2,547 bilhões, 37% a mais que no mesmo mês do ano anterior. O número de unidades financiadas em dezembro, de 25.494, foi 38% maior que o do último mês de 2007.

No ano passado, a captação líquida (depósitos menos retiradas) dos recursos da poupança destinados ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) aumentou 7,38%, para R$ 13,854 bilhões. Em dezembro, a captação líquida cresceu 2,06%, para R$ 4,318 bilhões.





Balanço e Perspectivas da Indústria Imobiliária em Curitiba

16 02 2008

Normando Antônio Baú
Vice-presidente do Sinduscon-PR
Março 2007

Apresentação de dados do mercado imobiliário de Curitiba em 2006:

a) alvarás concedidos, concessão de CVCOs (Habite-se) por categoria de imóvel e bairro.

b) evolução do preço de venda dos imóveis.

c) velocidade de vendas de imóveis.

d) evolução do custo de construção.

e) emprego no setor.

f) concessão de crédito imobiliário (mutuário final e produção).

Apresentação completa