Correndo atrás do Twitter

13 08 2009

(Amanhã) – 16/07/09

AMANHÃ solicitou a dois especialistas em comunicação digital exemplos de empresas que estão fazendo um uso adequado e inteligente do microblogging. Conclusão: as empresas brasileiras estão atrasadas

Luciana van Deursen Loew, editora de tecnologia, cultura pop e gadgets do Blue Bus, site especializado em mídia e assuntos relacionados

O Twitter é a prova de que as pessoas precisam de informação rápida, curta, objetiva. Na era da informação, não dá para ler matérias enormes, não dá para divagar. As pessoas são viciadas em novidade, verificam o e-mail a cada segundo. Então, nada melhor do que um serviço rápido, no qual se pode escolher a quantidade de informação que se vai receber. E o que começou como um ingênuo site através do qual eram narradas as atividades do dia-a-dia virou um fenômeno de acessos e uma ferramenta poderosa de comunicação.

Assim como aquelas que utilizam os blogs para se aproximar dos consumidores, as empresas que já usam o Twitter completam o que hoje é a tríade eletrônica necessária para falar com o consumidor (principalmente, o jovem): o site, o blog e o Twitter. As três ferramentas se completam, oferecendo ao consumidor três tipos de informação que ele precisa para se relacionar com uma empresa: as permanentes, ou mais duradouras, no site; as novidades detalhadas, os “extras”, as curiosidades, no blog; e as informações resumidas – muitas vezes, apenas chamadas para o blog – no Twitter.

Essa tríade está sendo descoberta agora e não são muitos os exemplos de empresas que a usam de forma completa. Fora do Brasil, essas ferramentas são mais exploradas e as empresas já estão mais avançadas nesse caminho. Uma pizzaria americana substituiu o tradicional totem com telefone de delivery pela identidade do Twitter. Os clientes tinham direito a descontos especiais pela ferramenta e a pizzaria descobriu aí uma ótima forma de aumentar as vendas. Outro exemplo, excelente, foi o de um serviço, o BakerTweet www.bakertweet.com, que oferece às padarias um sistema simples para avisar seus clientes via microblogging quando sai pão quentinho do forno. Uma ironia é que, justamente um serviço que torna o mundo todo mais próximo – incluindo aí a redução na distância entre celebridades e seus fãs – está favorecendo a comunicação local, dos negócios de bairro com seus consumidores. Explico: não adianta uma rede global usar o Twitter para comunicar ofertas aos clientes do mundo todo (haja logística!). Mas adianta, e muito, a padaria que fica na esquina do escritório enviar um aviso de que saiu do forno aquele pão de queijo que você adora.

Estamos em uma transição de gerações que, ao mesmo tempo, obriga as empresas a manter seus canais tradicionais de comunicação com seus clientes mais velhos, mas também exige que sejam usados novos canais – eletrônicos – para o público jovem que está chegando. As empresas estão apenas começando a descobrir as infinitas possibilidades que um serviço como o Twitter pode oferecer.

Pesquisando exemplos nacionais, encontrei não uma grande empresa, mas um pequeno negócio usando esses novos canais de forma exemplar (o que foi uma ótima surpresa). É uma kebaberia na Rua Augusta, em São Paulo, a Kebab Salonu www.kebabsalonu.com.br. A empresa usa as ferramentas disponíveis na medida certa: tem um site com blog, no qual estão todas as informações úteis e também as atualizações relevantes, e um perfil no Twitter, que manda mensagens como esta, que acho genial: “Ei, com esse friozinho, que tal um cappucino salonu, com água de flor de laranjeira?”. Imagine que você é um cliente desse estabelecimento, e ele fica a poucas quadras de onde você está. A chance de que você passe lá pra tomar o tal cappucino é enorme. Assim, as ferramentas mais modernas se aproximam dos nossos desejos mais humanos, de forma a facilitar a vida e torná-la mais prazerosa.

Vinicius Lobato, diretor do Gad Brívia, empresa de comunicação digital do Grupo Gad

O meu canal preferido de empresa no Twitter é o da Camiseteria.

www.twitter.com/camiseteria
Para quem não sabe, a Camiseteria é um site de e-commerce de camisas em que as estampas são criadas pelo público e apenas produzidas pela empresa. O site não tem nada de muito inovador, mas reúne uma série de iniciativas muito bacanas e que, somadas, o tornam um negócio muito diferenciado. O resultado final é uma marca que criou uma legião de “embaixadores” e uma comunidade bastante engajada em sua propagação. São pessoas que acompanham todos os movimentos da marca. É uma marca cool.

O interessante do canal Twitter da marca é que ele reforça ações e o “jeito de ser” do negócio. Não é nada artificial ou desconectado do todo, muito pelo contrário, é mais um reforço, apenas utilizando os atributos específicos do Twitter. O canal serve para divulgar promoções, tirar dúvidas de consumidores (serviço de SAC), comunicar novos produtos, dar descontos especiais, oferecer condições diferenciadas de pagamento, entre outros. Também faz referência a outros conteúdos relacionados a valores da marca, como atitudes “cool”, design, fun, entre outros. Com isso, vai além do negócio “venda de camisetas” e reforça sua “atitude”.

Há outras empresas fazendo um uso interessante da ferramenta:

www.twitter.com/tecnisa
Inteligente na promoção de seus empreendimentos e na entrega de informações relacionadas ao tema “morar”. Sem falar que está no Twitter desde o começo de 2008, ou seja, a Tecnisa soube perceber muito bem o canal antes mesmo de virar “moda”.

www.twitter.com/novo_submarino
O canal do Submarino também é efetivo. Mostra a força de um grande varejo, mesmo que a empresa tenha sido negligente no começo, acreditando pouco na força do canal. A nova versão já está mais dinâmica.

www.twitter.com/mundowalmart
O domínio ruim não prejudica o uso do canal neste caso, apenas demonstra uma estratégia desintegrada de uma gigante como o Wal-Mart. Nada tão problemático, mas que poderia ser bem usado se pensado antecipadamente (canal integrador, com relacionamento com os demais). Quem acha o Wal-Mart no Twitter vê um bom canal, equivalente ao das grandes redes de varejo. Muita promoção. Vale o registro para mostrar que o canal não é só coisa de marca descolada ou de nanicos.

www.twitter.com/greenpeace
Muitas ONGs usam bem a ferramenta. O Greenpeace não poderia ser diferente. Ótimo uso do canal, com muitas referências para “protestos” virtuais, denúncias, informações sobre temas ecológicos, entre outros. Vale conferir, mesmo que seja em inglês.





Did You Know?

31 07 2009

Link para vídeo muito interessante sobre tecnologia, redes sociais e outros temas: Did you Know?

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Tecnologia orçamentária

8 05 2009

(Construção e Mercado) – maio/09

Especialista em BIM (Building Information Modeling),Eduardo Toledo Santos, professor do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, é coordenador do Grupo BIM e especialista em Tecnologias da Informação aplicadas à Construção Civil; explica como o conceito pode revolucionar os processos de orçamentação

O que é o BIM (Building Information Modeling)?
BIM é um conceito que fundamentalmente envolve a modelagem das informações do edifício, criando um modelo digital integrado de todas as disciplinas, e que abrange todo o ciclo de vida da edificação. A modelagem 3D paramétrica e a interoperabilidade são características essenciais que dão suporte a esse conceito.

Como ele pode alterar a orçamentação?
O uso do BIM pode proporcionar quantificação automática e precisa e, consequentemente, reduzir a variabilidade na orçamentação e aumentar sua velocidade, permitindo a exploração de mais alternativas de projeto sem sobrecarregar a atividade de orçamentação. Com ferramentas BIM, ao modificar o projeto em 3D, da mesma forma que todos os desenhos de documentação (plantas, cortes e detalhes) são automaticamente atualizados, também os quantitativos são instantaneamente recalculados. Isso permite que a análise de custos se estenda por todas as fases do empreendimento, apoiando o processo de decisão.

Como está a implantação desse conceito?
O BIM, por suas muitas vantagens potenciais, tem atraído cada vez mais a atenção dos profissionais de AEC [arquitetura, engenharia e construção] no mundo todo e também no Brasil. À parte de alguns esforços organizados de associações profissionais, o que se vê são iniciativas individuais de escritórios de projetos, grandes incorporadoras e construtoras no sentido de experimentar essa tecnologia no Brasil, procurando utilizá-la em projetos-piloto. Há registro de vários casos de sucesso, mas o BIM ainda não faz parte da rotina do processo de trabalho das empresas nacionais e da maioria no exterior. No entanto, já está claro que a tendência de adoção dessa tecnologia é irreversível.

Quais são as perspectivas para a implantação do conceito BIM nos orçamentos?
O natural é que os quantitativos sejam extraídos dos modelos produzidos pelos projetistas das várias disciplinas que integram o projeto. Assim, o uso eficiente do BIM na orçamentação depende da ampliação da adoção dessa tecnologia por arquitetos e projetistas, que tem sido paulatina.

Quais as barreiras para a adoção do BIM no Brasil?
Vejo três obstáculos principais no Brasil. O primeiro é a falta de padrões de classificação brasileiros como o OmniClass americano, por exemplo. O IFC (padrão internacional aberto usado nas aplicações BIM) chega até certo nível de detalhe, razoavelmente genérico. Para uma orçamentação detalhada e mais precisa, é necessário que o sistema saiba classificar componentes e materiais na forma de códigos que ainda não existem para a indústria da construção nacional. Um segundo obstáculo é a necessidade de desenvolvimento de processos e padronizações dentro dos empreendimentos que estabeleçam qual o nível de detalhe para a modelagem que deve ser adotado em cada fase do projeto. Como isso envolve diferentes escritórios, empresas e profissionais, tende a ser mais difícil a obtenção de consenso, especialmente na ausência no Brasil de um profissional cada vez mais demandado no exterior, o Gerente BIM (BIM Manager), que seria o responsável por essa coordenação. Por fim, a imaturidade dos padrões para troca de informações nessa área ainda dificulta o intercâmbio de dados entre aplicativos de projeto BIM e software de orçamentação, de forma confiável e completa.

Quais são os softwares que suportam o BIM?
Na parte de projeto, os três principais são o Revit da Autodesk, o ArchiCAD da Graphisoft [distribuído no Brasil pela PINI] e o Bentley Architecture, da Bentley. Especificamente para orçamentação, o Affinity da Trelligence e o DProfiler da Beck têm como diferencial serem voltados às fases de planejamento e projeto preliminar nas quais outros aplicativos têm dificuldade para produzir estimativas. Há ainda o Visual Estimating da Innovaya e o BuildingExplorer, da empresa de mesmo nome, que são focados em oferecer apoio visual ao orçamentista, facilitando a visualização do modelo para extração de quantitativos. Todos esses produtos são estrangeiros e, obviamente, ainda não trabalham diretamente com bases de dados de custo ou composição usados no Brasil, mas podem ser adaptados.





Rossi aposta em site para iPhone

19 02 2009

(Gazeta do Povo) – 18/02/09

A incorporadora e construtora Rossi aposta em um site criado especialmente para iPhone. O Portal Mobile foi desenvolvido para esse tipo de aparelho, mas pode ser acessado por boa parte dos smartphones com navegadores para a internet. No Portal é possível pesquisar por imóveis de acordo com estado, cidade, bairro e fase da obra. Quem acessar o site poderá conferir os apartamentos decorados, plantas e ficha técnica dos empreendimentos com informações detalhadas de preço, metragem, vagas. Além da localização dos empreendimentos por meio do Google Maps, há o link “Click to Call” para o usuário conversar por telefone com o corretor. O Portal foi desenvolvido pela Tesla. O endereço do site é www.rossiresidencial.com.br.





Mercado imobiliário busca soluções tecnológicas

29 06 2008

(SECOVI-PR) – 23/06/08

O crescimento do mercado imobiliário nos últimos anos estimulou toda uma cadeia de produtos e serviços diretos ou indiretos. Desde a indústria da construção, corretoras, imobiliárias, até administradoras de condomínios e empresas que prestam serviços de contabilidade e de cobrança, todos têm sentido os efeitos positivos desse crescimento.

Por causa do volume de condôminos e da complexidade cada vez maior do trabalho de administração, a tendência é somar segurança de quem administra a vantagens para o condômino. A tarefa de administrar imóveis e condomínios – sejam eles de estrutura simples ou do tipo condomínio-clube – inclui uma série de questões fiscais, jurídicas e administrativo-financeiras. As responsabilidades do síndico podem ser comparadas, dependendo do tamanho do empreendimento, a governar uma pequena cidade.

A tecnologia se desenvolve para acompanhar esse ritmo do setor imobiliário. A P2HE, empresa que oferece serviços de TI, é uma das que atendem esse mercado cada vez mais. Segundo o diretor Edmilson Rosa, toda a sua carteira de clientes da área de bureau de impressão (uma das áreas em que a empresa atua) é formada por administradoras de condomínio ou escritórios de cobrança que atendem o mercado imobiliário. Os serviços prestados são a emissão de documentos como boletos, holerites, cartas de cobrança e balancetes e prestações de contas. O custo de emissão de boletos, por exemplo, pode ser barato em mais de 90% que o custo por boleto emitido pelo banco. E quanto maior a emissão, menor ainda o preço por unidade.

Para ele, o mercado imobiliário está começando a perceber que há outras formas de economizar e agilizar a administração e por isso há uma tendência crescente de buscar o que a tecnologia tem a oferecer. Uma outra solução que tem sido procurada é o Fax On Demand, de recepção e emissão eletrônica, que dispensa o uso do tradicional fax, abreviando a entrega de documentos, como é o caso de assinaturas de contratos de venda e locação. A empresa oferece ainda o sistema GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos) para organizar os arquivos eletronicamente, incluindo os documentos em papel, que podem ser digitalizados.

“Diminuir gastos é vantajoso para qualquer condomínio num mercado que cresceu, mas que precisa de diferenciais. As administradoras, que lidam com alto volume de documentos, precisam encontrar um jeito de baratear sem deixar a rapidez de lado”, diz Edmilson Rosa.

Números impressionam – Pesquisa sobre o mercado imobiliário, realizada mensalmente pelo Secovi-SP ( Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), mostra que a cidade de São Paulo teve crescimento de 62,7% nas vendas, com 4.386 unidades residenciais novas em março. O indicador Vendas Sobre Oferta (VSO), que mede o desempenho de comercialização, foi de 20,9%, maior que os verificados em fevereiro (13,4%) e março de 2007 (15,2%). Além disso, o volume de financiamento imobiliário atingiu R$ 5,48 bilhões no primeiro trimestre de 2008, crescendo 88,5% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Fruto da união de várias empresas que possuíam produtos e serviços específicos e complementares, a P2HE (www.p2he.com.br) fornece Automação de centrais de atendimento (URA, Servidores de fax, CTI e VoIP), Bureau de Impressão (impressão e envelopamento de boletos, cartas de cobrança, holerites, balancetes, prestações de contas, entre outros), Governança de TI (do planejamento estratégico à medição de desempenho dos serviços de TI para o objetivo do negócio), Quality Assurance (garantia de qualidade nos processos e sistemas) e GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos).





Entrevista: Germán Quiroga, diretor de TI da Cyrela

29 04 2008

Cristiano Viana

A convergência permite que Germán Quiroga, diretor de TI e marketing da incorporadora Cyrela, coloque todas as suas paixões no bolso – tecnologia, música, cinema, fotografia, viagens e leitura. “Você já viu esse brinquedinho aqui?”, pergunta ao sacar do bolso o iPhone que trouxe dos EUA.

Enquanto mostra os recursos preferidos do telefone da Apple, o executivo revela que prefere consultar a web a comprar livros quando se trata de conteúdo técnico. “Quando saem, os livros já estão desatualizados. As novidades estão nos fóruns de discussão, nas comunidades.” A cultura de internet de Quiroga não é à toa.

Ele foi um dos mentores da operação das Americanas.com, uma das sobreviventes da bolha da internet, que, em novembro de 2006, se fundiu com seu principal concorrente, o Submarino. Com a experiência acumulada, Quiroga foi convidado para integrar a área de vendas pela internet no setor de construção. O que era visto com um pouco de ceticismo pelo mercado deu certo e tornou-se um importante canal. Hoje, 30% do faturamento da Cyrela (R$ 1,5 bilhão, em 2007) é resultado das iniciativas no mundo digital.

IWB – O setor de construção civil está aquecido e, de acordo com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a expectativa é de que o segmento impulsione o crescimento do Brasil.

German Quiroga – Existe toda uma conjuntura das políticas econômicas do Brasil nos últimos dez anos, com mérito para o governo anterior e para o atual. Estas políticas levaram o País para uma linha de maior estabilidade, princípios de governança, tudo isto tem contribuído para uma melhora na taxa de juros. Dessa maneira, as prestações dos imóveis caíram de valor.

IWB – Existe uma dúvida sobre a concessão de linhas de crédito pelo governo, por medo da inflação. Qual é a posição do setor a respeito disso?

Quiroga – O mercado se auto-regula. Os bancos perceberam oportunidades e o público que atendemos (classes alta e média) utiliza mais os serviços de crédito dos bancos privados do que os dispositivos públicos.

IWB – Por conta do crescimento da indústria de construção, existem empresas que enfrentam dois anos na fila por insumos. Como a Cyrela lida com essa questão?

Quiroga – Retomando a pergunta anterior, que citava a ministra, este é um segmento que vai aquecer a economia, segundo todos os estudos que temos consultado. Mais de 20 empresas lançaram seus papéis na bolsa de valores e estão capitalizadas, o que gera uma pressão forte por serviços e insumos. Mas quem trabalha com visão de longo prazo e planejamento já tem os principais insumos e a mão-de-obra mapeados em contratos que já estão fechados.

IWB – A Cyrela online saltou de R$ 36 milhões para R$ 450 milhões em faturamento em dois anos. Que tipo de cliente procura os serviços online?

Quiroga – Em 2004, quando começamos esse processo, algumas empresas estavam tateando esse mercado, mas mantinham atendentes de call center que encaminhavam o cliente para um corretor. Percebemos que quem chega à Cyrela via web é uma pessoa ansiosa e sem tempo, que quer informações precisas e rapidamente. Passamos a fazer o atendimento via chat, diretamente com os corretores. Instalamos conteúdo e ferramentas para que os profissionais pudessem acessar informações rapidamente e fornecê-las aos clientes.

IWB – A web representa 30% das vendas da empresa. A idéia é manter essa proporção ou aumentar?

Quiroga – Acreditamos que existe a possibilidade de ampliar esse porcentual. Vamos deixar o mercado regular esse valor, não estamos com uma pressão muito grande.








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