Terceirizado, estacionamento do MON passa a ser cobrado em março

(Gazeta do Povo) – 21/02/17

Os dois pátios anexos ao prédio foram repassados a uma empresa privada, que vai explorar comercialmente as áreas

O uso dos estacionamentos do Museu Oscar Niemeyer (MON), de Curitiba, deixará de ser gratuito a partir do dia 6 de março. Os dois pátios anexos ao prédio foram repassados a uma empresa privada, que vai explorar comercialmente as áreas. Além de visitantes, os espaços são usados diariamente por funcionários do próprio MON e de repartições públicas, como o Ministério Público do Paraná (MP-PR) e a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), cujas sedes ficam próximas ao museu.

Os espaços serão explorados pela Estar Europeu Estacionamento, única empresa a apresentar propostas no edital de chamamento publicado pelo MON. No total, os dois estacionamentos somam 297 vagas para carros, 28 para motos e três para ônibus. De acordo com o edital, a tarifa para os mensalistas será de R$ 200 e preço por hora será de R$ 8, sem distinção entre o porte e categoria do veículo. Em eventos noturnos, a taxa máxima de estacionamento será de R$ 15.

Os funcionários e visitantes do MON terão direito a 50% de desconto. Para prestadores de serviço do museu e servidores estaduais, o desconto será de 25%. De acordo com o edital, os funcionários do museu serão priorizados e a empresa deverá reservar pelo menos 50 vagas para eles. Os estacionamentos funcionarão das 7 horas às 22 horas.

Mais da metade – 51% – do valor arrecadado com o estacionamento pela Estar Europeu será destinada ao museu. Além disso, a empresa deverá fazer mais um repasse anual de R$ 2 mil, referentes a taxas relacionadas à Lei Rouanet.

Surpresa
A terceirização do estacionamento pegou alguns funcionários do MON de surpresa. Um empregado da área administrativa reclama que os trabalhadores não receberam nenhum comunicado oficial e ainda não sabem onde vão deixar os respectivos carros quando a cobrança começar.

“Por enquanto só tem boatos. Aqui, tá todo mundo sem saber o que fazer. No meu caso, eu vou ter que deixar [o carro] na rua, porque eu não teria condições de pagar uma mensalidade”, disse o funcionário do MON, que preferiu não identificar.

Mudanças
Segundo o proprietário da Estar Europeu, Daniel Galvan, a empresa está promovendo uma série de adequações que estão contidas em edital. O estacionamento deve contar com vigilância, cancelas eletrônicas e monitoramento por meio de câmeras de segurança. “As pinturas estão quase finalizadas. Agora, estamos concluindo as obras físicas e a iluminação. Por fim, ficará a estruturação das cancelas e a instalação das câmeras”, disse.

Pesquisadores criam tecnologia para transformar esgoto em petróleo

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Pode soar como ficção científica, mas as estações de tratamento de águas residuais nos Estados Unidos podem transformar um dia o esgoto comum em óleo biocrude, graças a novas pesquisas no Laboratório Nacional do Pacífico Noroeste do Departamento de Energia.

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Paris aprova estratégia para desenvolver projetos voltados para pedestres em toda a cidade

Adamy Empreendimentos

Na última sessão do Conselho Municipal de Paris, realizada nos dias 30 e 31 de janeiro, foi aprovada uma Estratégia Peatonal que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida dos pedestres, ou seja, de todos que circulam a pé pela capital francesa.

Por um lado, o interesse da estratégia está focado em facilitar os deslocamentos e as condições dos pedestres, incentivando que mais pessoas caminhem, sendo que este já é o meio de transporte mais usado na cidade, totalizando 60% dos percursos. Além disso, quando se trata de deslocamentos para realizar compras, 79% dos trajetos são realizados a pé, quando apenas 4% deles são de carro.

As origens dessa estratégia remontam aos Orçamentos Participativos de 2014 — uma instância na qual os habitantes expressaram seus desejos e opiniões em relação aos espaços públicos da cidade, por onde poderiam deslocar-se de maneira mais cômoda e segura — que agora…

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Prédio tem termelétrica para gerar a própria energia

(Massa Cinzenta) – 15/02/17

Instalar usina foi solução para tornar maior edifício corporativo da cidade de São Paulo invulnerável às oscilações da rede

Com área construída de 167.700 m², o Pátio Victor Malzoni é o maior edifício corporativo da cidade de São Paulo e também o primeiro do país a ter uma usina termelétrica (UTE) para atender sua demanda de energia. O prédio entrou em operação em 2012, mas constantemente ficava refém das oscilações de rede, principalmente em dias de chuva. A solução foi implantar um sistema que tornasse a edificação autossustentável. “Como somos um prédio comercial com várias empresas, não tem como deixar esse recurso faltar”, diz Flávio Engel, gerente de operações prediais da CB Richard Ellis – empresa que administra o condomínio.

A termelétrica instalada no Pátio Victor Malzoni tem capacidade para gerar 5.800 megawatts (MW) por dia. O equipamento funciona no modelo de paralelismo e opera com cinco geradores – dois a gás e três a diesel. “Por sermos um prédio sustentável, sempre optamos pelos geradores movidos a gás natural. Entretanto, para deixar o sistema mais eficiente, a operação de geração de energia é feita inicialmente com quatro geradores e, na sequência, são desligados os dois geradores a diesel, para que o fornecimento de energia siga com os geradores a gás”, explica Flávio Engel. Quando funciona plenamente, a UTE gera mais que o dobro de energia que o edifício necessita diariamente.

Localizado na região da Avenida Faria Lima, o Pátio Victor Malzoni opera com 35 elevadores e vários sistemas automatizados. Circulam pelas suas instalações cinco mil pessoas por dia. Mesmo autossuficiente, o prédio ainda opera interligado à rede. No horário de pico de energia, a UTE responde por 90% da energia e 10% vêm da distribuidora de energia. “Quando nossos sistemas detectam oscilação ou outro tipo de falha nesses 10%, a central automaticamente assume o controle e comunica esse comando à distribuidora”, afirma Flavio Engel. A usina termelétrica opera desde setembro de 2016 e, em média, fica ligada durante 11 horas por dia.

Arquitetura inovadora
O edifício não precisou passar por nenhuma reforma para receber a UTE, pois seus projetos estrutural, arquitetônico e elétrico já previam a instalação do sistema. O Pátio Victor Malzoni tem uma planta inovadora. Sua laje central está elevada a 30 metros do solo e tem um vão de 44 metros. A arquitetura arrojada foi a solução para que o empreendimento preservasse a Casa Bandeirantista, localizada nos fundos do terreno em que o edifício foi construído. A construção antiga, do século 17, é um marco da colonização do estado de São Paulo e tombada como patrimônio histórico. Durante as obras do Pátio Victor Malzoni, a casa Bandeirantista também passou por um processo de restauração.

Para que mantenha o selo de prédio verde, o edifício conta com um sistema de catalisadores para mitigar o impacto ambiental causado especialmente pelos geradores a diesel. O empreendimento também conta com uma estação de efluentes, que trata a água e a faz retornar para o uso na irrigação de jardins e banheiros. É realizada ainda a coleta seletiva do lixo. A compostagem do material orgânico gera adubo, que é vendido para cooperativas de agricultores na região metropolitana de São Paulo.

Teto de financiamento com uso do FGTS vai subir para R$ 1,5 milhão, diz Meirelles

Adamy Empreendimentos

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o governo já decidiu elevar para R$ 1,5 milhão o limite de financiamento imobiliário com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – atualmente, em São Paulo, o teto está em R$ 950 mil.

“A classe média vai ser extremamente beneficiada (pela medida)”, disse Meirelles, em entrevista exibida na noite de quarta-feira, 15, pela GloboNews. O ministro não informou quando o novo limite passará a valer.

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Chernobyl recebe um novo sarcófago projetado para durar 100 anos

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

A maior estrutura móvel terrestre já construída será utilizada para cobrir as dimensões do maior acidente nuclear da história. Em dezembro de 2017, será alocado o sarcófago que contém 36 toneladas de aço sobre o Reator 4, na Ucrânia, confinando com segurança as suas intensas atividades radioativas. 

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Fundo imobiliário do Rio de Janeiro compra Shopping Total por R$ 144 milhões

(Gazeta do Povo) – 14/02/17

Lance dado foi único e o valor será pago com uma entrada de 20% e o restante dividido em 60 parcelas

Depois de duas tentativas frustradas de leilão do imóvel onde está localizado o Shopping Total, ele finalmente foi arrematado no início da tarde desta terça-feira (14) pelo valor de R$ 144 milhões.O comprador, de acordo com Helcio Kronberg, leiloeiro responsável, é o Fundo de Investimento Imobiliário Diamante, uma empresa do Rio Janeiro. O lance dado foi único e o valor será pago com uma entrada de 20% e o restante dividido em 60 parcelas, como previa o edital.

O imóvel pertencia até então a massa falida da Hermes Macedo e estava sendo administrado desde dezembro pela empresa Galgate. Ela assumiu a locação temporariamente, depois que a massa falida da HM retomou a posse do local, e deve deixar o negócio depois que for definido o novo dono.

O terreno arrematado tem 31 mil metros quadrados e área construída é de 85 mil metros quadrados, que abrigava o shopping desde 1997. Antes disso, foi o centro de distribuição da HM. O Total pagava aluguel à massa falida até 2014, quando o local foi leiloado e arrematado por R$ 120 milhões pela G2 Consult, empresa de Santana do Parnaíba (SP) que tem ligação com os donos do shopping.

A G2, porém, pagou apenas a entrada de R$ 24 milhões e o valor equivalente a uma parcela e meia. Pela falta de pagamento, a 1.ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Região Metropolitana de Curitiba anulou o leilão vencido pela empresa. Pela decisão, o imóvel então retornou para a massa falida da HM.

De acordo com o Dr. Brazilio Bacellar Neto, síndico da massa falida, o Fundo de Investimento Imobiliário Diamante, que arrematou o terreno, não havia demonstrado interesse nos leilões anteriores.

Pesquisa da USP utiliza pneus velhos para melhorar concreto

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Um projeto realizado na Escola de Engenharia da Universidade de São Paulo (USP), em Lorena (SP), está reciclando a borracha de pneus velhos e misturando ao concreto. O objetivo é facilitar o aparecimento de propriedades diferenciadas na argamassa cimentícia, pois com a adição da borracha, o material final adquire mais tenacidade e capacidade de deformação.

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Ajustes no ‘Minha casa, minha vida’: setor imobiliário prevê lançamentos

Adamy Empreendimentos

As mudanças implementadas pelo governo federal no programa habitacional “Minha casa, minha vida” animaram o setor imobiliário. Profissionais da área sinalizam que os ajustes na renda familiar e no valor dos imóveis vão resultar em novos lançamentos e, consequentemente, movimentar os empregos na construção civil. (veja quadro acima).

Construtoras focadas no mercado do “Minha casa, minha vida” também receberam a notícias com otimismo. Cury, Tenda e MRV, por exemplo, acreditam que as regras ampliarão o acesso ao programa e aumentarão o número de pessoas que podem se beneficiar.

— O aumento na renda familiar de R$ 6, 5 mil para R$ 9 mil é a grande sacada. Antes, essa faixa de renda não tinha acesso ao programa e acabava não conseguindo comprar financiando por conta dos juros elevados — analisa Mariliza Fontes Pereira, diretora do escritório de arquitetura Mdoito, focada em projetos de empreendimentos do “Minha casa, minha vida”.

Claudio…

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Da moradia à recuperação

Adamy Empreendimentos

O novo pacote de estímulos à construção de moradias, lançado nesta semana pelo presidente Michel Temer, poderá servir como impulso – um dos muitos necessários – à retomada do crescimento, depois de mais de dois anos de recessão. Ao anunciar a ampliação de financiamentos ao programa Minha Casa, Minha Vida, o presidente mencionou a criação de empregos como um dos benefícios prováveis dessa iniciativa. Esse objetivo, sempre importante numa economia em desenvolvimento, se torna dramaticamente relevante quando se estimam em 12,3 milhões os desempregados. A preocupação com a abertura de vagas, afirmada também pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, é mais que justificável. Mas a maior oferta de postos de trabalho será apenas um dos efeitos, certamente um dos mais benéficos, da reativação de vários setores produtivos. O sucesso dependerá, naturalmente, de vários fatores, a começar pela execução competente e ágil das medidas necessárias à implantação dos incentivos.

As inovações…

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