Rio 2016: Fachada Microclimática na Arena da Juventude

Engenharia Estrutural e Construção Civil

INSERIDA NO COMPLEXO ESPORTIVO DE DEODORO, NA ZONA OESTE DO RIO DE JANEIRO, A ARENA DA JUVENTUDE GANHOU FACHADAS MICROCLIMÁTICAS COMO PARTE DAS SOLUÇÕES PROPOSTAS PELO ESCRITÓRIO VIGLIECCA & ASSOCIADOS PARA PERMITIR SEU FUNCIONAMENTO COM VENTILAÇÃO NATURAL, APÓS A ETAPA DE REALIZAÇÃO DOS JOGOS OLÍMPICOS

Projetada para ser palco de várias modalidades esportivas durante as Olimpíadas de 2016, a Arena da Juventude será posteriormente transformada em centro de formação e aperfeiçoamento de atletas. Sua área construída de 14,3 mil metros quadrados poderá receber até oito quadras poliesportivas. A construção industrializada, que garantiu velocidade à obra, foi utilizada tanto na estrutura, executada com componentes metálicos, como nos fechamentos das fachadas. As faces norte e sul ganharam venezianas móveis, enquanto as fachadas leste e oeste receberam o sistema de fachadas microclimáticas.

No total, são 1.800 metros quadrados deste tipo de sistema, que atenderam às exigências de ventilação natural previstas no projeto dos arquitetos Héctor…

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Venda de imóveis menores beneficia a locação de box para armazenamento

(DCI) – 26/09/16

A recessão, a falta de terrenos nos grandes centros e as mudanças nas diretrizes de construção nas capitais têm levado o comprador de imóveis no País a adquirir apartamentos e casas menores. Esse cenário, que pode não ser tão bom para as construtoras residenciais mantém aquecido o mercado de locação de boxes, que hoje tem 50% de seus negócios atrelados à pessoa física.
“A busca por imóveis menores [nas grandes metrópoles] é a aposta do setor”, explica o CEO da Engebanc, Marcelo da Costa Santos, que revelou ao DCI dados exclusivos sobre este mercado.

Para ele, somada à tendência de migração da população para espaços menores (por conta do valor alto do metro quadrado), o aumento do consumo também deve elevar a busca por espaços mais baratos para armazenar. “Não tem mais porque uma pessoa guardar a roupa de inverno e verão no mesmo armário”, exemplifica.

Capital estrangeiro – O mercado de locação de box para armazenamento atrai investidores institucionais e já é uma realidade, contudo, este é apenas o começo e a perspectiva é que novos fundos cheguem ao mercado. “Tem quem entra e sai do mercado na hora errada, mas tem aquele que escolhe o momento certo, quando os imóveis de boa qualidade estão com um peço decente”, afirma.
Segundo o executivo, a Engebanc tem realizado pesquisas de ativos para um fundo inglês interessado em investir no segmento. “A negociação deu uma esfriada por conta do período de impeachment, mas deve retomar”, comenta. Caso a negociação se concretize, o fundo pode realizar a compra de 10 a 20 ativos. “Em princípio em São Paulo, mas eles também estão interessados no Rio de Janeiro [RJ]”, ressalta.

“Hoje existe uma grande oferta [o que levou à queda dos preços do metro quadrado], mas por outro lado temos a chegada da fabricante Janus ao País”, afirma o consultor de serviços industriais, logísticos e self storage da Engebanc, Rogério Pereira Luz. A Janus é uma fabricante de portas de aço e de componentes destinados ao mercado de auto armazenamento que anunciou em 2016 a abertura de uma unidade de produção em São Paulo. A inauguração deve ocorrer até o final do ano. “O material é de primeira linha e as empresas não terão mais que importar”, conta. Para ele, isso mostra a assertividade dos fundos.

Para o CEO da Engebanc, Marcelo Santos, a tendência é que o mercado seja consolidado entre grandes investidores institucionais. “Vemos cada vez menos oportunidades para aportes de pessoa física.” De acordo com ele, os fundos conseguem carregar o custo financeiro de um empreendimento por mais tempo, o permite que tenham um acabamento muito superior. “Para a pessoa física é complicado ter essa visão de longo prazo.” Questionado sobre a regionalização, ele comenta que deve ser um plano de longo prazo para os fundos. “É mais provável que ocorra de forma fragmentada com empresários locais”, conclui.

Gafisa está mais inclinada a abrir capital da Tenda, dizem fontes

(Reuters) – 26/09/16

A Gafisa está mais inclinada a fazer uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da unidade Tenda do que buscar um parceiro estratégico, por avaliar que pode obter um valor melhor por sua controlada e acelerar esforços para reduzir dívidas, disseram três fontes a par do plano.

A listagem da Tenda permitiria capitalizar a reorganização de três anos que fez na Tenda, empresa de construção voltada à baixa renda, fazê-la ter retorno sobre patrimônio próximo da rival MRV Engenharia, disseram duas das fontes.

As fontes disseram que uma IPO da Tenda também seria mais eficaz que uma cisão para ajudar a reduzir a razão da dívida sobre capital próprio, próxima de 80 por cento, segundo dados da Thomson Reuters. A Gafisa, que havia consolidado sua dívida líquida de 1,45 bilhões de reais no fim de junho, contratou o Rothschild para assessorá-la em relação a opções para a Tenda.

A Gafisa não comentou de imediato.
O interesse por uma IPO da Tenda, que seria a primeira de uma construtora brasileira desde a Helbor, em abril de 2010, acontece com os investidores vendo sinais de que a crise do setor, que já dura quatro anos, está se aproximando de um fim. O índice que reúne empresas de construção em São Paulo, subiu 45 por cento neste ano, após 3 anos de queda.

Em preços atuais, o valor da Tenda gira em torno de 850 milhões de reais, cerca de 10 por cento a mais que o valor de mercado da Gafisa, segundo analistas.

Utilização de sistemas acústicos na localização de fugas em redes de distribuição de água

Engenharia Estrutural e Construção Civil

Utilização de sistemas acústicos na localização de fugas em redes de distribuição de água

O Departamento de Engenharia Civil, Tecnologias da Construção e Ambiente da Universidade de Concordia, no Canadá, criou um inovador sistema que utiliza o som para detectar fugas de água em sistemas de abastecimento público.

Estima-se que, em média, 30% da água potável que circula em sistemas de distribuição de água é perdida em fugas devido a imperfeições e degradação das tubagens, ligações e equipamentos.

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Produção enxuta: Os princípios do Sistema Last Planner de controle da produção

Engenharia Estrutural e Construção Civil

Desde meados dos anos 90, novas formas de estruturar o processo de planejamento e controle da produção (PCP) vêm sendo adotadas na indústria da construção, com base em conceitos e princípios provenientes do chamado paradigma da Produção Enxuta. Dentre as várias abordagens, merece destaque o Sistema Last Planner de controle da produção, cuja implementação em diferentes países, inclusive no Brasil, vem sendo amplamente reportada e discutida nos congressos anuais do IGLC (International Group for Lean Construction).

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O Last Planner foi originalmente desenvolvido por dois americanos, Glenn Ballard e Gregory Howell, ambos vinculados ao Lean Construction Institute dos EUA, mas tem sofrido muitas contribuições para a sua evolução tanto por acadêmicos como por profissionais da indústria.

Tal como se observa em outros países, várias das empresas brasileiras que se destacam na gestão da produção são aquelas que tiveram capacidade de entender e adaptar as ideias da Produção Enxuta para o contexto…

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Aliansce: Aspiracional pode passar a deter ao menos 5% das ações ON

(Estadão) – 15/09/16

A Aliansce Shopping Centers informa que a Aspiracional, sociedade administrada pela Jaguar Real Estate Partners, pode passar a deter uma participação relevante na companhia, podendo representar, ao menos, 5% do total de ações ordinárias, após a realização do seu aumento de capital.

Na semana passada, a Aspiracional celebrou um acordo de investimento com a Aliansce, por meio do qual se comprometeu a subscrever um montante máximo de 16.666.666 e mínimo de 10.000.000 novas ações da companhia, a R$ 15,00 por ação, resultando em um investimento de no máximo R$ 250 milhões e no mínimo R$ 150 milhões.

Para isso, a Aspiracional firmou acordos para receber cessão de direitos de subscrição equivalentes a 10.324.476 novas ações no contexto do aumento de capital da companhia.

Com a cessão dos direitos de subscrição, em um cenário no qual a Aspiracional consiga investir, ao menos, o montante mínimo, é possível que passe a deter ao menos esses 5% de participação, segundo informou a Aspiracional em correspondência à Aliansce.

Será convocada e realizada uma assembleia de acionistas em no máximo um mês após a conclusão do aumento de capital, para deliberar sobre a eleição de um membro do conselho de administração a ser indicado pela Jaguar. Segundo comunicado da Aliansce, Canada Pension Plan Investment Board, Renato Feitosa Rique, Rique Empreendimentos e Participações, RFR Empreendimentos e Participações e o Fundo de Investimento em Participações Bali concordaram em votar a favor da eleição do membro indicado pela Jaguar na assembleia, bem como na reeleição desse membro na assembleia geral ordinária a ser realizada até 30 de abril de 2017.

Na terça-feira, assembleia de acionistas da Aliansce aprovou a compra de participação de 25,1% no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro. A aprovação da aquisição era uma condição para a efetivação do aumento de capital privado aprovado pelo conselho de administração em 26 de agosto. Para financiar a compra, a Aliansce realizará aumento de capital entre R$ 300 milhões e R$ 600 milhões.

Uma análise sobre inspeção predial

Engenharia Estrutural e Construção Civil

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A inspeção predial está relacionada à manutenção de prédios públicos e privados, a fim de garantir a segurança dos espaços para a sociedade. Conhecida como a medicina preventiva da engenharia civil, a inspeção tornou-se comum no Brasil em meados da década de 1990, o que fez com que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE), além de outros órgãos, criassem documentos para guiar a prática dessa técnica no país. Esse trabalho se justifica pela necessidade de haver um controle da saúde das construções para evitar acidentes. No Brasil, vários casos de construções envolvidas em desastre devido a problemas na estrutura já foram noticiados, o que possivelmente poderiam ter sido evitados com um trabalho de análise e reparo periódicos das mesmas.

Várias cidades brasileiras possuem suas próprias leis e decretos de inspeção predial, a exemplo de Fortaleza, no Ceará. A…

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Engenharia Civil e o Meio Ambiente: Edifícios que ajudam a despoluir o ar

Engenharia Estrutural e Construção Civil

Na atualidade, um dos principais desafios da Engenharia Civil é a busca incessante pela união entre progresso e sustentabilidade. Nesse sentido, diversas tecnologias vêm sendo desenvolvidas com o intuito de contribuir com a preservação do meio ambiente. Dentre esses avanços tecnológicos, surgem os edifícios que ajudam a combater a poluição atmosférica. Veja abaixo alguns exemplos dessa novidade:

Hyper Filter Skyscraper – Rússia

O projeto que pode ajudar a diminuir o impacto ambiental no planeta foi criado pelo arquiteto russo Umarov Alexey. Trata-se de um edifício que absorve gases poluentes e devolve oxigênio para a atmosfera.

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O projeto chamado Hyper Filter Skyscraper, é uma construção revestida com uma camada exterior formada por tubos e filtros. Este sistema permite ao prédio desempenhar função semelhante à respiração humana, porém com sentido inverso. O Hyper Filter filtra dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa e, após alguns processo químicos, devolve oxigênio para…

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BR Brokers espera ficar perto de equilíbrio no 2º semestre

(Exame) – 09/09/16

A Brasil Brokers, grupo de intermediação e consultoria imobiliária, deve ficar mais perto de equilibrar seus resultados no segundo semestre, apesar de um mês de agosto impactado pelos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, um de seus principais mercados no país.

“Pretendemos que a companhia volte ao patamar de ‘break even’ nos próximos meses. Não conseguimos isso no primeiro semestre, mas continuamos cortando (custos) e esperamos uma realidade de venda um pouco mais positiva para confirmar esse cenário”, afirmou o presidente do grupo, Silvio Almeida.

No primeiro semestre de 2016, as vendas caíram 49 por cento na comparação com os primeiros seis meses de 2015, para 2,224 bilhões de reais, enquanto os custos e despesas operacionais totais recuaram 21 por cento, para 77 milhões de reais.

A empresa fechou o período com prejuízo de 25,4 milhões.

Em entrevista à Reuters, Almeida disse que os anos de 2014 e 2015 foram mais difíceis do que a companhia esperava, com o setor afetado pela realidade econômica e política do país, mas que 2016 já está mais em linha com as previsões da empresa

“O primeiro semestre foi bastante difícil”, afirmou, destacando particularmente o quadro político, que adicionava muita incerteza para o cenário.

“Com as mudanças recentes que tivemos (impeachment de Dilma Rousseff), o cenário ficou um pouco mais claro”, disse.

“Apesar de não termos motivo ainda para estarmos muito confiantes, com expectativa de uma melhora imediata… pelo menos as coisas deixaram de piorar”, disse o executivo, referindo-se principalmente aos mercados do Rio de Janeiro e São Paulo, os mais relevantes da Brasil Brokers.

Ele citou que a melhora em indicadores de confiança, mesmo que tímida, traz algum alento uma vez que é um dos vetores mais importantes para o mercado imobiliário, mas que existem outras variáveis também relevantes que não devem se resolver de imediato, como taxa de juros, renda, crescimento econômico e desemprego.

“Olhando para a frente, a tendência é de melhora, mas não na velocidade e na relevância necessárias para já sentirmos uma melhora propriamente dita de mercado”, afirmou Almeida.
Segundo ele, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro fizeram agosto ser um “mês muito difícil”, mas dentro do esperado.

“Apesar das pesquisas apontando que os turistas tiveram uma experiência muito positiva, ninguém toma decisão de comprar um imóvel durante uma Olimpíada, então, em termos práticos o que vimos até agora é que o mês de agosto foi afetado negativamente.”

A companhia promove no final de semana de 17 e 18 de setembro na região metropolitana de SP evento de venda de imóveis em parceria com 15 incorporadoras, que oferecerá uma série de facilidades para convencer consumidores a fechar negócio.

O evento Imóvel Mais replica o formato de outros dois semelhantes realizados no Rio de Janeiro e Niterói (RJ) em julho.

Segundo Almeida, os dois eventos de julho, que terão resultados incorporados ao balanço da Brasil Brokers de terceiro trimestre, tiveram um resultado acima da expectativa inicial da companhia.
De acordo com o presidente da Brasil Brokers SP, José Roberto Federighi, a decisão de realizar o Imóvel Mais em Santo André, na região do ABC, ocorreu, entre outros fatores, pois há alguns incorporadores com necessidade de desovar estoque na região.

Questionado sobre o anúncio recente de medidas pela Caixa Econômica Federal, como a elevação do teto do valor de imóveis financiáveis pelo banco e do percentual de financiamento para imóveis de valores maiores, Almeida destacou que são bem-vindas, mas que na prática influenciam pouco o mercado.

Ele disse que se trata de uma linha pequena para o patamar de demanda que existe atualmente para esse tipo de financiamento e que as condições relevantes para o cliente tomar a decisão de compra de um imóvel ainda não são as ideais.

“Ele (consumidor) tem que acreditar que o país vai continuar crescendo, que ele vai estar empregado, que a renda vai aumentar, que a taxa de juros não vai subir, tudo isso a gente ainda está um pouco distante de ser verdade”, afirmou o presidente da Brasil Brokers.

Multiplan investe R$ 500 milhões em compra de fatias de shoppings

(O Globo) – 01/09/16

Companhia adquiriu ações da Fundação Sistel no BarraShopping e no Morumbi Shopping

A Multiplan, que reúne 18 shoppings no país, anunciou nesta quinta-feira a compra de participações em dois shoppings do grupo. Com o negócio, adquiriu 10,3% de participação no carioca BarraShopping, por R$ 311,2 milhões, e 8% do Morumbi Shopping, em São Paulo, por R$ 184,7 milhões. As duas fatias foram vendidas pela Fundação Sistel de Seguridade Social, dos funcionários da Telebrás, que deixa as empresas.

— Nos sentimos orgulhosos por readquirir parte do que construímos e administramos. O negócio vai acrescentar R$ 40 milhões em receita ao ano para a Multiplan. Com as duas fatias adquiridas, teremos uma taxa interna de retorno de 9,5% — comentou José Isaac Peres, sócio fundador e presidente da Multiplan.

O Resultado operacional líquido dos últimos doze meses até junho de 2016, pelas participações adquiridas, é de R$24,8 milhões para o BarraShopping e de R$15,5 milhões para o MorumbiShopping, totalizando R$ 40,3 milhões, segundo o comunicado.

O empresário foi a Brasília nesta quarta-feira para assinar a transação com a Sistel. Com o fechamento da operação, a Multiplan passa a deter 61,3% de participação no BarraShopping e 73,7% no Morumbi Shopping. No empreendimento do Rio, o grupo tem como sócios a Previ, previdência dos funcionários do Banco do Brasil, a Fapes, a previdência dos funcionários do BNDES, e a construtora Carvalho Hosken. Já em São Paulo, participam Previ, Fapes e Funcef.

No segundo trimestre de 2016, a companhia registrou lucro líquido de R$ 98,7 milhões, aumento de 2,4% na comparação com abril a junho de 2015. A geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda, foi de R$ R$ 195,32 milhões, avanço de 5%.

O Resultado operacional líquido dos últimos doze meses até junho de 2016, pelas participações adquiridas, é de R$24,8 milhões para o BarraShopping e de R$15,5 milhões para o MorumbiShopping, totalizando R$ 40,3 milhões.

O BarraShopping foi construído em 1981 com 120 lojas. Atualmente, conta com cerca de 700, com espaço para passar por novas expansões, diz Peres:

— A população da Barra da Tijuca saltou de 174 mil para 365 mil habitantes entre os anos 2000 e 2016. E achamos que vai creser mais, sobretudo com o metrô e o BRT. A Multiplan foi precursora em atrair fundos de pensão para o setor de shoppings. Depois que nos tornamos uma companhia aberta, a política é privilegiar o acionista, mas mantendo a ótima relação com os fundos de pensão. A Sistel, neste momento, precisou realizar liquidez — comentou Peres.

Atualmente, a Multiplan conta com dois novos projetos em andamento. Até o fim deste ano, fará o lançamento do ParkShopping de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O empreendimento terá 42 mil metros quadrados de área para locação, mas a escolha da construtora que cuidará das obras ainda não foi feita. No Rio Grande do Sul, o grupo está erguendo o ParkShopping Canoas, investimento de R$ 360 milhões com inauguração prevista para 2017.