BubbleDeck: As esferas plásticas como sustentabilidade para a construção civil

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

O sistema BubbleDeck é um método revolucionário de eliminação do volume de concreto de uma laje, que proporciona lajes mais leves e resistentes. Por meio de esferas plásticas entre telas de aço é eliminado o concreto que não exerce qualquer função estrutural, reduzindo significativamente seu peso próprio.

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Quais são as novas regras do Minha Casa Minha Vida

Adamy Empreendimentos

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira as novas regras do Minha Casa Minha Vida. Os novos critérios de seleção referem-se à faixa 1 do programa, que atende famílias com renda de até R$ 1,8 mil. Entre as principais novidades a inclusão de municípios com população inferior a 50 mil habitantes.

Veja em 5 pontos quais são as principais mudanças:

1. A partir de agora, a modalidade Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) chegará aos municípios com população inferior a 50 mil habitantes.

2. As melhorias também tratam da inserção urbana: quanto maior a proximidade de bairros já consolidados, melhor será a avaliação do empreendimento. Aqueles que apresentarem condições de contratação imediata terão prioridade, em função da possibilidade de geração de emprego e renda em curto prazo.

3. Estados e municípios que doarem o terreno para a construção do empreendimento também serão os primeiros da fila.

4. Serão…

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Barcelona cria ‘superilhas’ para tirar carros das ruas e reduzir poluição

Adamy Empreendimentos

Um projeto da Prefeitura de Barcelona, na Espanha, criou superquadras (“superilles” em catalão, ou superilhas) com o objetivo de reduzir o uso de veículos e fazer com que o espaço público seja recuperado pelos cidadãos.

O trânsito já foi reduzido ou cortado na primeira “superilha”, formada pelos cruzamentos de nove quadras. Onde antes só passavam veículos, agora há parque infantil, palco para atividades culturais, quadras esportivas e até um parlamento pintado no chão.

O projeto-piloto começou em setembro passado no bairro de PobleNou. Já estão previstas mais cinco “superilhas” em outras áreas até 2018, um investimento de 10 milhões de euros (mais de R$ 33 milhões). A intenção da prefeita Ada Colau é implantá-las em toda a cidade.

  • Janet Sanz, vice-prefeita de Barcelona na área de Ecologia, Planejamento Urbano e Mobilidade, explica que a ideia nasceu há algum tempo, mas só começou a ser implantada agora por causa do aumento…

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Câmara aprova projeto que libera terceirização de todas atividades das empresas

(Gazeta do Povo) – 23/03/17

O projeto enviado pelo governo FHC, em 1998, foi aprovado por 231 a favor, 188 contra e oito abstenções

Após quase nove horas de votação, a Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (22) a aprovação do projeto que libera a terceirização do trabalho até nas atividades-fim das empresas. O texto-base foi aprovado por 231 votos favoráveis e 188 contrários, e nenhum dos destaques apresentados pelos deputados com a intenção de alterar o texto foi acolhido. Agora, o projeto seguirá para sanção presidencial.

A proposta aprova a terceirização e regulamenta a prestação de serviços temporários. Ela amplia a possibilidade de oferta desses serviços tanto para atividades-meio (que incluem funções como limpeza, vigilância, manutenção e contabilidade), quanto para atividades-fim (que inclui as atividades essenciais e específicas para o ramo de exploração de uma determinada empresa). Hoje, a terceirização só é permitida para atividades-meio.

O projeto também amplia o uso de trabalho temporário dos atuais três meses para seis meses, prorrogáveis por mais 90 dias. Nesta semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, chegou a se posicionar afirmando que, da forma como é hoje, a legislação engessa a relação de trabalho e impede que as empresas contratem mais.

Mudanças
Apesar de a pauta ter o apoio do governo e da presidência da Casa, a oposição conseguiu adiar a votação por várias horas, com requerimentos para retirar o projeto da ordem do dia e destaques para alterar a proposta. Os deputados modificaram o texto substitutivo que veio do Senado Federal em dois itens, com a anuência do Palácio do Planalto.

Primeiro, foi suprimido um artigo que anistiava as penalidades, como multas trabalhistas, aplicadas às empresas antes da aprovação da lei. Segundo o relator, deputado Laércio Oliveira (PSD-SE), isso faria com que a União deixasse de arrecadar R$ 12 bilhões. A Câmara também incluiu no texto um artigo que havia sido suprimido pelos senadores, que trata da regulamentação do trabalho temporário para atividades-fim.

O quórum de aprovação da terceirização, 231 votos favoráveis, é um sinal amarelo para o governo. Para conseguir votar a reforma da Previdência, outro tema polêmico que tramita na Casa, serão necessários, no mínimo, 308 votos favoráveis, muito acima do conseguido nesta quarta-feira.

O governo enfrentou muita resistência da oposição, que argumentou que o projeto retira direitos dos trabalhadores e fará com que as empresas promovam uma “pejotização” dos funcionários.

– Nós estamos votando um projeto que simplesmente aniquila as relações de trabalho do ponto do trabalhador. Vocês querem terceirizar a atividade-meio para todas as áreas. O mais grave é que vocês vão contratar todo mundo por contrato temporário – afirmou a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

O relator rebateu os argumentos da oposição e disse que o projeto apenas consolida uma prática já existente. Ele disse não acreditar que as empresas terceirizarão todas as funções.

– O que fizemos foi consolidar em lei tudo que na prática já existe. Qual é a diferença? Ela é a ampla. Isso quer dizer que você pode terceirizar qualquer atividade. Isso não quer dizer que tudo será terceirizado. Eu pessoalmente acredito que nem tudo será terceirizado nas empresas. Mas a gente enfrentava um problema muito sério. Quando as contratantes queriam avançar na contratação de determinadas categorias, esbarrava numa exigência do Ministério do Trabalho que punia as empresas. Porque ele entendia que aquilo era atividade-fim.

Outra proposta
Existe um outro projeto que trata de terceirização no Congresso, aprovado pela Câmara dos Deputados em 2014 e que recebeu vários adendos. Entre eles, estão a obrigatoriedade para que empresas contratantes retenham na fonte impostos e contribuições de todos os profissionais prestadores de serviços. A legislação atual determina a retenção na fonte somente nos contratos de cessão de mão de obra, como atividades de vigilância, limpeza, informática. Aprovado, o texto também seguirá para sanção.

A ideia do governo é juntar as duas propostas para regulamentar o processo de terceirização, numa espécie de mix. Porém, como elas têm alguns pontos divergentes, devem ser vetados alguns itens e sancionados outros.

Uma divergência central diz respeito à responsabilidade da empresa contratante: o projeto aprovado ontem na Câmara cria a responsabilidade subsidiária, em que no caso do não pagamento dos direitos trabalhistas, o trabalhador aciona primeiro a empresa prestadora de serviço e, se ela não comparecer, a contratante. Já o do Senado institui a responsabilidade solidária, em que o trabalhador pode escolher a quem acionar judicialmente.

O governo prefere a primeira opção – defendida pelos empresários. A retenção de impostos e da contribuição previdenciária também deve ser mantida pelo presidente, apesar das queixas dos empresários de que a medida representa antecipação de tributos.

O projeto da Câmara é mais simples e não entra na questão tributária. Apenas abre a possibilidade irrestrita para a contratação de terceirizados e veda que esse tipo de contrato seja firmado nos casos de existência de vínculo empregatício. Este item também está previsto na proposta do Senado.

O setor produtivo reclama que o texto enviado ao Senado, depois de uma verdadeira batalha campal na Câmara, tem muitos penduricalhos e não resolve de forma definitiva a questão da insegurança jurídica. Ele autoriza, por exemplo, a terceirização de “parcela de qualquer atividade” da contratante. Por isso, os empresários intensificaram a atuação na Câmara e no governo para votar primeiro o projeto mais antigo.

Com a análise de destaques concluída ainda na noite de quarta, o projeto, que já havia sido aprovado pelo Senado, seguirá para sanção presidencial.

Desde o início da sessão, a oposição obstruía os trabalhos. A obstrução só foi retirada após acordo para que fosse feita a votação nominal do projeto e simbólica dos destaques. O acordo foi costurado entre o líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e parte da oposição.

Pelo projeto, as empresas poderão terceirizar também a chamada atividade-fim, aquela para a qual a empresa foi criada. A medida prevê que a contratação terceirizada possa ocorrer sem restrições, inclusive na administração pública.

Atualmente a legislação veda a terceirização da atividade-fim e prevê que a prática possa ser adotada em serviços que se enquadrarem como atividade-meio, ou seja, aquelas funções que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa.

Trabalho temporário
O projeto que foi aprovado pelo plenário da Câmara também modifica o tempo permitido para a contratação em regime temporário dos atuais três meses para 180 dias, “consecutivos ou não, autorizada a prorrogação por até 90 dias, consecutivos ou não, quando comprovada a manutenção das condições que o ensejaram”, diz o projeto.

Decorrido esse prazo, o trabalhador só poderá ser contratado novamente pela mesma empresa após 90 dias do término do contrato anterior. O texto estabelece a chamada responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação aos funcionários terceirizados.

A medida faz com que a empresa contratante seja “subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer o trabalho temporário e em relação ao recolhimento das contribuições previdenciárias”, diz o texto.

Debate
A discussão do projeto foi iniciada na manhã desta quarta-feira, a discussão da matéria foi iniciada com resistência da oposição. O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) criticou o projeto e disse que a iniciativa vai fazer com que a maioria das empresas troque os contratos permanentes por temporários. “Essa proposta tem por objetivo uma contratação mais barata, precarizando e negando direitos. O próximo passo é obrigar que os trabalhadores se transformem em pessoas jurídicas, abrindo mão de férias, licença-maternidade e outros direitos”, disse.

No início da tarde, o relator Laercio Oliveira (SD-SE) apresentou o seu parecer e rebateu as críticas. De acordo com o deputado, o projeto não retira direitos. “Faço um desafio: apontem dentro do texto um item sequer que retire direitos dos trabalhadores. Não existe”, disse.

O líder do governo, Aguinaldo Ribeiro, defendeu o projeto com o argumento de que a medida vai ajudar a aquecer a economia, gerando novos empregos. “O Brasil mudou, mas ainda temos uma legislação arcaica. Queremos avançar em uma relação que não tira emprego de ninguém, que não vai enfraquecer sindicatos. Eles também vão se modernizar”, disse.

Projeto de 1998
Originalmente, o projeto foi encaminhado à Câmara em 1998 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e aprovado no Senado em 2002. Deputados contrários ao projeto criticaram a votação da proposta 15 anos depois e chegaram a defender a apreciação de outro texto, em tramitação no Senado, que trata do tema.

“Já votamos essa matéria aqui e aprovamos uma matéria que foi para o Senado e que é muito diferente desse projeto que está na pauta aqui hoje. Essa matéria não passou pelo debate dessa legislatura e seguramente representa um duro ataque aos direitos dos trabalhadores”, disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

A História do Concreto

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Concreto é um material de construção feito pelo homem que se assemelha a uma pedra. Combinando cimento, agregado graúdo e água obtém-se o concreto. A água permite a fixação e união dos materiais. Diferentes misturas são adicionadas para que o concreto obtenha específicas características. O concreto é geralmente reforçado com o uso de barras de aço, antes de ser lançado nos moldes. De forma interessante, a história do concreto tem as primeiras evidências em Roma, a aproximadamente 2000 anos atrás. Concreto era essencialmente utilizado em aquedutos e estradas em Roma.

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Quais serão as tendências da Engenharia Civil em 2017?

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

A indústria da construção, que tem participação importante na economia brasileira, também sofreu os efeitos da crise no país. No entanto, muitos empresários e especialistas acreditam que o pior momento já passou. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), os investimentos no Brasil voltaram a crescer no segundo semestre de 2016, após dois anos em queda. Muitas construtoras já registram aumento de vendas e a expectativa é que o setor retome o crescimento.

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Deu certo

Adamy Empreendimentos

Os números do mercado imobiliário são de chorar. Somente no ano passado quase 650 construtoras e incorporadoras entraram em recuperação judicial. O crédito secou e as linhas disponíveis custam caro. Muita gente que comprou casa ou apartamento na planta nos bons tempos decidiu devolver o imóvel às incorporadoras – ou porque não vai conseguir pagar ou porque encontra opções mais baratas no mercado hoje, depois da queda dos preços. Os otimistas de plantão costumam dizer que é na crise que surgem as oportunidades. Parece um blá-blá-blá sem nexo quando se olha um cenário tão desolador – mas, no caso do mercado imobiliário, isso aconteceu mesmo. Enquanto as maiores empresas do setor lamentam, startups criadas nos últimos cinco anos estão ganhando dinheiro com negócios que surgiram, ou cresceram, justamente por causa da situação ruim do setor.

Um exemplo é o site de vendas RealtOn, em que são anunciados apenas os imóveis…

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Edifícios adotam soluções para seus idosos

(Estadão) – 19/03/17

Condomínios investem em acessibilidade e mercado está de olho nesse segmento

Enquanto as incorporadoras ainda esperam melhores condições econômicas para lançar empreendimentos voltados às pessoas idosas, com infraestrutura acessível e serviços de geriatria e fisioterapia, por exemplo, condomínios se adaptam para promover melhor qualidade de vida para os idosos que já moram lá.

É o caso do Mofarrej, condomínio na Vila Mariana, que instalou um novo playground – não para as crianças, e sim para os cerca de 30% dos seus moradores que já têm mais de 60 anos. O síndico do prédio, Carlos Humberto Correia, conta que a ideia partiu do morador Henrique Wuilleumier, de 85 anos. “Quando a idade chega, percebemos que é preciso se exercitar mais. Eu vi que havia um gramado disponível na área comum do condomínio e sugeri que fosse instalado uma academia ao ar livre para a terceira idade”, conta Wuilleumier.

O parquinho foi um projeto da empresa Playlong, que surgiu inspirada em aparelhos de ginástica chineses. O proprietário, Artur Henrique Carvalho, que morava em Araras, interior de São Paulo, levou o projeto para a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro.

Lá, em conjunto com idosos e alunos de educação física do Instituto de Biociências, estudaram a importância da atividade física para as pessoas mais velhas e desenharam uma série de aparelhos de ginástica. “Pensamos na flexibilidade, força e capacidade de quem envelhece; e também na leveza, altura e ergometria da academia”, diz Carvalho.

Para instalar os 14 equipamentos da empresa, um condomínio gasta cerca de R$ 26 mil. O pacote com sete aparelhos custa R$ 16 mil. É preciso uma área de lazer, de preferência a céu aberto e em área de sombra. A academia é chumbada ao chão.

“Defendo que os prédios integrem os moradores idosos. Muitas vezes, eles não querem saber da molecada que faz barulho e não têm um espaço próprio para interagir e se integrar que não seja o elevador. O playground da longevidade é uma possibilidade de distração.” Carvalho diz que já viu casal de idosos se formar em um dos condomínios onde instalaram o projeto.

Além do parquinho, o condomínio Mofarrej também adotou itens de acessibilidade, como rampas, cadeiras de roda e suporte para atender moradores que precisam de atendimento médico domiciliar.

Acessíveis. Instrumentos como esses estão no projeto do empreendimento Jardim das Perdizes, da incorporadora Tecnisa. O programa, chamado de Consciência Gerontológica, é responsável pela infraestrutura integrativa que fornece pisos podotáteis, piscina adaptada para usuários de cadeiras de roda e com escadas fixas de alvenaria, mais seguras para os idosos do que os degraus de alumínio que ficam na borda.

Segundo a gerente de projetos da Tecnisa, Gisele de Luca, a empresa percebeu que 15% dos seus clientes tinham mais do que 55 anos de idade. A incorporadora contratou então uma equipe de gerontologia, geriatria e arquitetos especialistas que analisaram aspectos de inclusão técnicos e sociais, responsáveis por possibilitar a socialização e integração entre diferentes gerações.

“Além disso tomamos outros cuidados técnicos, como não utilizar porcelanatos brilhantes nas áreas comuns, que atrapalham a vista, criar barreiras visuais em portas de vidro para impedir colisões e colocar cadeiras com braços nos salões de festas para ajudar os idosos a se levantarem”, diz Gisele.

Outra incorporadora que está de olho nesse mercado é a Vitacon. Segundo o CEO da incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, está para ser lançado o VN Apiacás, ao lado da unidade do Hospital Albert Einstein, em Perdizes. “Vamos proporcionar para quem está entrando na velhice uma estrutura de cuidados básicos, com sala de fisioterapia e acompanhamento de cuidadores”, diz. “A ideia é vender para todas as idades, mas com foco nesse público que precisa desse tipo de solução, já existente em outros países.”

Para a arquiteta e professora de gerontologia da USP Maria Luisa Trindade Bestetti, essa estrutura condominial pode favorecer os idosos que não se sentem mais seguros para andar nas cidades.

“Apesar de muitas vezes incentivarem isolamento e segregação, esses empreendimentos permitem que as pessoas mais velhas interajam com outras. É uma extensão do apartamento – que está cada vez menor. Nas áreas externas, dá para encontrar crianças, vizinhos e viver novas experiências que não seriam possíveis na rua”, diz.

A professora especialista em gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) Cristina Antoniossi acredita que o trabalho ao qual o mercado se propõe a fazer é produtivo. “Cada vez mais o público vai valorizar essa adaptação dos espaços, principalmente depois da aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência em 2015. Ele exige que as edificações públicas e privadas de uso coletivo já existentes garantam acessibilidade à pessoa com deficiência em suas dependências e serviços.”

Cidades têm empreendimentos voltados para esse público
Um empreendimento imobiliário voltado para pessoas a partir de 50 anos de idade (embora só seja considerado idoso quem tem mais de 60 anos) foi erguido no interior de São Paulo. Trata-se do condomínio da Associação Geronto Geriátrica de São José do Rio Preto (Agerip), que é o lar de 600 pessoas. O conjunto tem três tipos de moradia: apartamentos, suítes e chalés.

Nos dois primeiros modelos, o morador tem acesso a todas as refeições, limpeza, atividades físicas, cognitivas e ocupacionais, enfermaria, terapia, geriatria e assistência social. Todas as unidades são térreas.

Para morar, é preciso pagar cerca de R$ 15 mil pelo título de associação à Agerip e mais a mensalidade e o aluguel, que juntos, variam de R$ 3.500 a R$ 7.700, para uma ou duas pessoas. As unidades variam entre 25m² para suítes e 60m² para os apartamentos.

Os chalés são construídos ao gosto dos idosos, que pagam pela associação e pelo terreno. As casas devem ter entre 60 m² e 160 m² e seguir as normas de acessibilidade da ABNT. Podem morar casais, irmãos, amigos ou mesmo apenas uma pessoa. Quem mora nessa área tem acesso à área comum, onde são realizadas as atividades físicas e de lazer. Serviços médicos e de cuidadores devem ser pagos a parte, assim como os R$ 260 de condomínio e os R$ 298 da manutenção do título.

Segundo a moradora e atual presidente da Agerip, Candida Pereira Azem, de 63 anos, todas as residências são preparadas para o envelhecer. “A grande dificuldade do idoso é a solidão. Na velhice, você fica vulnerável, mais suscetível a assalto, às calçadas perigosas e outras dificuldades. Aqui, as casas não têm muros, os vizinhos são amigos, ouvem a mesma música, vivem tudo isso junto.”

A autonomia e a independência são incentivadas. É possível ir e vir para onde e quando quiser e também receber visitas e hóspedes. “Quem mora no chalé pode cozinhar em casa ou ter as refeições no restaurante. Nosso espaço tem desde piscina com hidro até cabeleireiro com designer de sobrancelhas”, conta Candida. “É um condomínio normal, como outro qualquer, só que mais apropriado para essa fase da vida.”

Segundo Candida, a diferença da Agerip para outros empreendimentos é a finalidade. A associação não tem fins lucrativos, mas também não é uma instituição de caridade e não tem ajuda do governo. “Somos procurados para dar consultoria e expandir o nosso modelo como um negócio, mas não é essa a nossa intenção.”

Públicas
É possível encontrar em algumas cidades programas de governo que oferecem residência para idosos e que não são instituições de longa permanência (ILPI) – ou asilos. Na Paraíba, quatro cidades recebem o Cidade Madura, programa de habitação voltado para maiores de 60 anos de baixa renda. São 40 unidades habitacionais em condomínios com ginástica, mesa de jogos, pista de caminhadas, centro de convivência e ponto de apoio com enfermeira e psicóloga. Em São Paulo, a Vila dos Idosos, no Pari, é um programa de locação social com 145 unidades mantido pela prefeitura desde 2007.

PIB 2016 – PARA CONSTRUÇÃO CIVIL, RESULTADO DO PIB É COERENTE COM A CRISE

(CIBIC – banco de dados) 15/03/2017

PARA CONSTRUÇÃO CIVIL, RESULTADO DO PIB É COERENTE COM A CRISE

A retração de 3,6% do PIB brasileiro em 2016 confirma a magnitude da crise econômica que assola o Brasil e renova o desafio em torno de sua superação. Para empresários da construção civil, os dados divulgados pelo IBGE exigem esforço ainda maior na adoção de medidas que revertam o cenário de deterioração e favoreçam a retomada do investimento no país. “Esse resultado aponta o ápice da crise e o tamanho do desafio que temos a enfrentar”, avalia José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. “Fica claro que o investimento foi o grande responsável pela desaceleração do PIB e sua recuperação é determinante para o país voltar a crescer, como temos dito”, acrescenta.

Pesquisa apresentada pelo IBGE registra queda de 3,6% do PIB nacional e de 5,1% na atividade da construção civil. A pesquisa aponta, ainda, uma redução de 2,8% da força de trabalho do setor. Para o presidente da CBIC, considerando o peso da construção civil no investimento (55%), uma recuperação consistente da economia brasileira passa pelo reaquecimento da atividade do setor. “O governo está avançando na agenda de reformas estruturantes e na redução das taxas de juros, movimento essencial para reanimar a economia. Nossa expectativa é perceber um novo cenário já no segundo semestre”, diz Martins.

Link
Informações sobre o PIB Brasil e da Construção Civil de acordo com os dados oficiais divulgados pelo IBGE.
http://www.cbicdados.com.br/menu/pib-e-investimento/pib-brasil-e-construcao-civil
(Fonte: CBIC)

Pesquisadores projetam um dos materiais mais resistentes e leves já conhecidos pelo homem

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Aliar resistência e leveza sempre foi um desafio para os engenheiros. Pensando nisso, pesquisadores do MIT criaram um material que consegue ser até 10 vezes mais resistente que o aço e também mais leve.

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