Barragens subterrâneas são a nova aposta para combater a seca no Nordeste

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

No Nordeste Setentrional Brasileiro, mais especificamente no Polígono das Secas, que é a região integrada por 1.348 municípios inseridos nos Nordeste e Norte de Minas Gerais, a tentativa pelo uso de tecnologias que venham combater e auxiliar na convivência com o fenômeno das secas, é comum. Podemos citar as Cisternas de Concreto e Polietileno que são para uso doméstico de pequenas comunidades, os Poços Tubulares para comunidades de maior porte a depender de sua vazão, as Barragens de pequeno, médio e grande porte para usos múltiplos, desde a indústria ao consumo humano. Porém, uma novidade da última década vem ganhando espaço no quesito convivência no Semiárido do nosso país: as Barragens Subterrâneas. Falaremos, particionadamente, o que é, a finalidade, as vantagens e seus aspectos construtivos.

Definição

São estruturas construídas para barrar (interceptar) a água da chuva que escoa na superfície e no subsolo (fluxo de água superficial e subterrâneo)…

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“FOAMGLAS”, Espuma de Vidro: Isolamento Ambientalmente Amigável, Eficiente e Econômico

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

É inconcebível hoje para construir uma casa sem isolamento ou mesmo renovar sem fornecer trabalhos de isolamento térmico. Com a lei sobre a transição energética, as exigências RT2012 e BBC (Edifício Baixo Consumo) é necessário, se não obrigatório, a olhar para métodos de isolamento mais eficientes, mais verde, permanecendo econômico. O vidro celular, espuma de vidro (“Foamglas”) apresenta-se como um excelente compromisso de todos estes requisitos e como um produto que atenda às nossas expectativas.

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Paulistanos garimpam e reformam apartamentos em edifícios históricos

(JÚLIA ZAREMBA – Folha de São Paulo) 17/05/2017

Garimpar imóveis velhos e adaptá-los aos tempos modernos, preservando algumas de suas características originais, é o lema de paulistanos que buscam viver em espaços amplos e bem localizados -de preferência em edifícios históricos, assinados por arquitetos famosos.

A economista Ana Paula Rapolli, 37, é um exemplo disso. Há quatro anos, mudou-se do Butantã (zona oeste) para o edifício Paulicéia, construído na década de 1950 na avenida Paulista (região central). “Eu gosto de imóveis velhos. Os novos têm muitos cômodos e pouco espaço.”

Ela comprou o apartamento, de 91 metros quadrados, por R$ 700 mil e investiu cerca de R$ 120 mil na reforma, que durou seis meses e incluiu a renovação de instalações, troca de revestimentos e alteração de portas. A única coisa mantida foi o piso de peroba-rosa, que ficava encoberto pelo carpete.

“Foi divertido reformar, o mais chato foi esperar. Hoje, tenho muito mais qualidade de vida”, conta Rapolli, que também tem uma quitinete de 28 m² no Copan (região central), edifício projetado por Oscar Niemeyer e finalizado em 1966.

Além de espaços amplos, há outros pontos positivos nas plantas construídas até a década de 1970. Pé-direito alto e lajes mais espessas -que ajudam no isolamento sonoro-, estão entre eles, afirma Ênio Moro Júnior, professor de arquitetura do Centro Universitário Belas Artes.

“O morador também adquire uma relação de afetividade com o espaço, porque ele tem uma história.

INVESTIMENTO

A arquiteta Patrícia Diana, 39, viu potencial no negócio de relíquias urbanas e decidiu investir nisso com o marido, o administrador Otávio Leite, 39. Há cinco anos, criaram a Animacasa, empresa especializada em garimpar imóveis antigos, reformá-los e revendê-los.

Mais de cem apartamentos foram revitalizados pela empresa desde o início. O casal vive em um deles: um imóvel cm 170 m², construído da década de 1950 em Higienópolis (região central).

Para conquistá-los, os prédios devem ter boa localização e, de preferência, ter sido projetados por arquitetos de renome. “Os edifícios abandonados se tornam assustadores com o tempo, mas nós conseguimos ver potencial e comprar por um preço bom”, afirma Diana. Segundo ela, o valor da reforma é de, em média, R$1.500/m² e valoriza o imóvel entre 30% e 40%.

A imobiliária Refúgios Urbanos, que atua somente em São Paulo, segue a mesma linha: é “feita para amantes da arquitetura”, segundo o engenheiro Octavio Pontedura, um de seus sócios. “Nossa intenção é resgatar a história e a identidade dos imóveis e trazê-los de volta.”

Nos anúncios de imóveis no site da empresa, há o nome dos arquitetos que projetaram os edifícios e suas características mais relevantes.

A reforma, dependendo da idade do imóvel, pode ser radical e demorar vários meses. Mas, segundo arquitetos ouvidos pela Folha, pode sair mais em conta do que comprar um imóvel novo com o mesmo padrão e localização.

QUEBRA-QUEBRA

Uma das intervenções mais comuns é a troca das instalações elétricas, explica Rafael Castelo, professor de engenharia civil da PUC-SP.

“A potência e o consumo dos equipamentos hoje são muito maiores que 50 anos atrás. A rede precisa ser atualizada, respeitando o limite de energia do prédio”, diz.

Também é necessário, em muitos casos, trocar as redes hidráulicas da residência, afirma Moro Júnior.

“Muitas tubulações eram de ferro, que não tem a vida útil muito grande. É possível que tenham se deteriorado”, explica. Ele recomenda que os canos sejam trocados por outros de materiais sintéticos mais modernos.

Marcos Carrilho, professor de arquitetura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, lembra que os imóveis antigos, em geral, têm menos banheiros e uma maior separação entre os cômodos. Isso pode ser motivo para mais quebra-quebra, porque a integração entre os ambientes virou regra hoje e quase todo apartamento tem suíte.

As mudanças, no entanto, devem respeitar alguns limites técnicos e preservar aspectos arquitetônicos.

“Não podemos apagar o que outros arquitetos fizeram. Temos que valorizar a sua obra, sem abrir mão da condição do seu tempo”, afirma Carrilho.

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Vantagens e desvantagens de comprar imóvel antigo

ESPAÇO ABERTO
Os apartamentos projetados até a década de 1970 eram mais amplos, com o pé-direito alto. As janelas também eram maiores, garantindo mais ventilação e luz natural

ACESSO FÁCIL
Muitos prédios antigos são assinados por arquitetos de renome e, além disso, ficam em áreas centrais da cidade, como o bairro de Higienópolis, em São Paulo

PECHINCHA
É possível encontrar imóveis em mau estado de conservação por preços mais em conta. O segredo para encontrá-los é pesquisar bastante e caminhar pela cidade

TUDO NOVO
As instalações elétricas e hidráulicas e os revestimentos quase sempre estão em mau estado e têm que ser trocados. É comum que haja só um banheiro no imóvel

NÃO HÁ VAGAS
Quem tiver carro e comprar um apartamento velho tem que arrumar um estacionamento externo, já que esses condomínios oferecem poucas vagas

FORA DE ESTOQUE
Encontrar os materiais usados no projeto original, como azulejos e revestimentos, pode ser difícil. Além disso, as peças velhas costumam ser mais caras do que as novas

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Apartamento reformado pela A arquiteta Patrícia Diana, 39 Por: Fabio Braga/Folhapress 01/12/2016

Fundos imobiliários se recuperam e sinalizam a retomada do setor

Adamy Empreendimentos

Entre especialistas, consenso é que o pior momento já passou, mas há desafios a serem enfrentados Após o fraco desempenho entre 2013 e 2015 devido à crise econômica, os fundos de investimento que aplicam recursos no setor imobiliário esboçaram recuperação em 2016 e podem oferecer ganhos mais expressivos aos investidores neste ano.

Com cotas negociadas em Bolsa, esse tipo de aplicação rendeu em média 32,3% no ano passado, conforme o índice Ifix, que reflete o desempenho dos fundos imobiliários mais negociados. Em 2017, acumulam retorno de 10,5% até a sexta-feira passada (12).

A volta dos rendimentos atraentes nesse segmento está diretamente relacionada a sinais recentes de possível retomada da economia, como o ciclo de redução da taxa básica de juros (Selic), iniciado em outubro de 2016. Na prática, a queda dos juros afetou a rentabilidade das aplicações de renda fixa, levando os poupadores a buscar opções de investimentos mais rentáveis…

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Distrato de imóvel persiste e pode virar pesadelo na Justiça

(Estadão Conteúdo) 16/05/2017

Balanços de construtoras sobre o período de janeiro a março deste ano mostram que os distratos de imóveis na planta ainda não deram trégua

São Paulo – Em 2012, quando o microempresário Claudenir de Melo comprou um apartamento na planta, a economia era diferente.

Os juros menores permitiam parcelas que cabiam no bolso e o consumo estava mais aquecido, o que beneficiava sua atuação no setor de serviços.

Três anos depois, já tendo pago as parcelas de entrada do imóvel, ele teve um financiamento de R$ 360 mil recusado por seu banco, sinal de que as condições já não eram mais tão favoráveis.

Os primeiros balanços de construtoras referentes ao período de janeiro a março deste ano mostram que os distratos de imóveis na planta (os cancelamentos dos contratos de compra) ainda não deram trégua, principalmente no segmento de médio e alto padrão.

Na incorporadora Cyrela, por exemplo, os distratos geraram impacto de R$ 500 milhões no caixa no período. Já para a Tecnisa, essa prática representa R$ 2,4 bilhões desde 2013.

Atualmente, o consumidor que pede o distrato pode obter de volta até 90% do valor que pagou. No entanto, há processos que se arrastam por anos, tal como o caso de Melo, até hoje sem uma decisão final. “A construtora ofereceu apenas 60% do valor que foi pago”, diz.

Para tentar minimizar o prejuízo, construtoras pleiteiam junto ao governo uma nova regulamentação para os distratos. Uma proposta que está sendo discutida no Congresso é que as empresas retenham o sinal pago mais 20% das parcelas já desembolsadas, desde que o montante não supere 10% do valor do imóvel.

“Na fase de obras, o consumidor paga cerca de 20% do valor do imóvel para a construtora antes de buscar um financiamento pelo banco. Caso ficassem retidos esses 10% sobre o preço do imóvel, o prejuízo para ele seria de metade do valor desembolsado”, explica o advogado Marcelo Tapai.

Especialista em direito imobiliário, ele destaca que a falta de uma cultura de poupança por parte do consumidor facilitou o avanço dos distratos, uma vez que o desemprego e o crédito escasso pegaram muitos trabalhadores de surpresa. Tapai defende, porém, que as construtoras também arquem com o ônus.

Segundo ele, houve grande apelo à compra de imóveis no passado sem que os riscos do negócio ficassem totalmente claros para o comprador.

Falhas de gestão

Sócio do escritório Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados, Marcos Prado afirma que, na visão de algumas empresas, há quem tenha comprado um imóvel para investimento e, ao não ver a valorização esperada, desistiu do negócio. “Outro pleito é a diferenciação nas regras para imóveis residenciais e comerciais”.

Presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antonio França defende tratamento igual para todos os casos e afirma que uma nova regulamentação vai proteger empresas menores. “Muitas acabaram ferindo contratos com bancos e com os próprios compradores, pois não tinham dinheiro nem para terminar as obras, nem para pagar quem distratou”, diz.

Marcelo Tapai rebate e diz que há também falhas de gestão. Ele cita o caso da PDG, que já foi a maior incorporadora do País e pediu recuperação judicial em fevereiro.

Pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Eduardo Zylberstajn afirma que a melhora para o setor deve vir apenas em 2018, com a recuperação da economia e a retomada da confiança. Ele não se posiciona sobre a mudança nas regras para distratos, mas diz que o mercado imobiliário está aprendendo com a crise. “Apesar disso, os preços caíram relativamente pouco”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Imóveis: em 2012, juros menores permitiam parcelas que cabiam no bolso e o consumo estava mais aquecido, o que beneficiava sua atuação no setor de serviços (denphumi/Thinkstock/Thinkstock)

Robôs na Construção Civil? Sim, isso existe!

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

O envelhecimento dos operários e a provável redução da oferta de mão de obra na construção civil japonesa nos próximos anos têm servido como mola propulsora para o desenvolvimento e a utilização de robôs e de equipamentos programáveis nos canteiros de obra do Japão. 

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Casa de 26 m² tem espaço para tudo

(Natália Mazzoni – O Estado de S.Paulo) 15/05/2015

Se ater apenas ao necessário foi uma das diretrizes do projeto desta casa de dois pavimentos na Vila Madalena

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Com 26 m², casa na Vila Madalena foi pensada para conter o essencial. Incluindo um bom espaço ao ar livre Foto: Zeca Wittner/Estadão

A poucos metros do metrô Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo, uma casa de 26 m² foi construída para refletir um estilo de vida. Ter pouco espaço, poucos móveis, muita ventilação e iluminação natural. A ideia caiu bem para a proprietária do terreno, alguém a fim de construir algo fora do comum. “Não era uma questão de necessidade, o tínhamos uma área razoável, mas apresentei um projeto onde a ocupação máxima do espaço não era prioridade”, diz Fábio Marins, arquiteto responsável pela obra.

proposta de viver em uma casa pequena veio junto com a possibilidade de ter um jardim ao ar livre, com espaço suficiente para estender uma rede e cultivar muitas plantas. Para isso, a casa de dois pavimentos foi pensada da maneira mais compacta possível. No primeiro piso, a pequena sala de estar divide espaço com uma bancada de trabalho feita de compensado naval e fórmica. O mesmo tipo de marcenaria foi usado na cozinha, posicionada em frente ao cubo de ferro preto que abriga o único banheiro da casa.

“Buscamos materiais baratos, como o compensado, a cerâmica e o aço, que usamos na escada que leva ao segundo pavimento. Uma escolha condizente com a proposta de viver em uma casa pequena, com poucos móveis e só o necessário”, diz Marins. Para que o projeto fosse bem-sucedido, o arquiteto tratou de dar atenção a iluminação e ventilação, algo que considera essencial para viver com conforto em uma casa ou apartamento pequeno. “É o principal, sem isso a sensação é de enclausuramento, e ninguém vive assim com qualidade. Nesse projeto, a frente e o fundo da casa são feitos com esquadrias que podem ficar abertas quando necessário”, explica. Para o projeto de iluminação, o arquiteto usou tubulação aparente em todos os ambientes, inclusive na área externa.

O mobiliário feito sob medida foi pensado para se encaixar em determinados espaços sem ocupar um centímetro sequer a mais do que o necessário. O sofá, compacto, tem rodinhas para que possa ser posicionado da maneira mais conveniente quando a casa receber hóspedes. No quarto, o armário de roupas tem porta de correr e é feito com o mesmo compensado que aparece no resto da casa, assim como a cabeceira da cama e o criado-mudo. A decoração quase não tem adornos. Em linhas gerais, foram poucas escolhas necessárias para que a casa fosse como é hoje.

“Morar em um lugar de menos de 30 m², nesse caso, foi uma opção por um estilo de vida: viver com menos, ter mais área ao ar livre e ser mais econômico em cada escolha do dia a dia. Pode parecer difícil para quem vive em uma casa grande, mas temos de estar abertos para essa ideia.”

Ver galeria de imagens: http://emais.estadao.com.br/noticias/casa-e-decoracao,casa-de-26-m-tem-espaco-para-tudo,70001644077#29929

 

Um novo sistema de “transporte de tubos” poderia levá-lo de Nova York a Pequim em 2 horas

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Os transporte que víamos nos filmes futurísticos, já são uma realidade, exemplos são: veículos elétricos autônomos, carros voadores e o Hyperloop são apenas alguns exemplos notáveis. Há uma outra ideia em disputa para ser a próxima geração de transporte público, e embora possa parecer algo como o Hyperloop, o CEO desta empresa de transporte de tubos Daryl Oster explica por que é diferente:

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Impermeabilização na Construção Civil: Como funciona?

CIVILIZAÇÃO ENGENHEIRA

Na construção de qualquer empreendimento comercial, residencial ou industrial, diversas etapas devem ser planejadas com cuidado, para que a execução se torne segura e eficiente. No âmbito dos projetos, o serviço que garante a proteção da obra contra a ação de fatores externos é a impermeabilização. Portanto, essa é uma etapa que sempre deve ser considerada desde o planejamento.

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Parques de Curitiba vão ganhar jardins de mel com abelhas nativas

Adamy Empreendimentos

Colmeias de abelhas nativas farão parte da paisagem de 15 parques de Curitiba a partir do segundo semestre deste ano. Em parceria com a Meliponas, empresa voltada para a preservação das abelhas, a Prefeitura está desenvolvendo o projeto dos “Jardins de Mel”, que vai instalar caixas de abelhas sem ferrão em diferentes espaços verdes da cidade.

Alexandre Jarschell, presidente do Instituto Municipal de Administração Pública de Curitiba (Imap), explica que “a localização de todos os jardins de mel ainda está em fase de estudo, mas alguns dos parques que podem receber as estruturas são o Tingui, Tanguá, Passeio Público, Barreirinha, Barigui e Bosque do Papa”. O Zoológico e o Jardim Botânico também estão cotados para receber o projeto. A escolha dos pontos será feita tendo como critério a autonomia de voo das abelhas, de modo que boa parte da cidade possa ser polinizada naturalmente.

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