Combinação: preço baixo e muita oferta


(Gazeta do Povo) – 29/06/2008

Com grande quantidade de terrenos à venda, o Sítio Cercado é apontado como um dos bairros com maior expectativa de crescimento. A Rua Nova Aurora, é uma das principais artérias da região. Falta de infra-estrutura, porém, é a reclamação mais comum.

Rua Nova Aurora no S�tio Cercado.

Na Rua Nova Aurora, pode-se encontrar terrenos a R$ 200 o metro quadrado.

Por toda a extensão da Rua Nova Aurora, os vários lotes à venda dividem espaço com casas construídas há pouco tempo – a maioria entre 10 e 20 anos. De caráter residencial, a via conta um pouco da história do bairro em que está inserida. “Ela é bem característica do Sítio Cercado, que é um bairro relativamente novo. Ele começou a ser habitado há pouco mais de três décadas por causa do crescimento da cidade”, conta o corretor de imóveis José Paulo Mesquita, da imobiliária Casalar.

O profissional explica ainda que o padrão dos imóveis seguiu características de um de seus bairros vizinhos. “Quem começou a comprar e construir aqui era quem pretendia morar no Alto Boqueirão, mas por falta de espaço neste bairro começou a optar pelo Sítio Cercado”, diz. O padrão dos imóveis varia dos mais populares, que são maioria, aos de médio acabamento, em menor número. Em geral, estima Mesquita, a região é habitada por famílias com renda de até cinco salários mínimos – perto de R$ 2 mil.

Para quem pretende morar na região sul da cidade, o atrativo da via é a combinação de preço baixo e grande oferta de imóveis. Segundo dados da Casalar, pode-se comprar um terreno de 15 metros por 20 metros (o padrão mais comum na região) pagando cerca de R$ 60 mil – o que daria R$ 200 o metro quadrado. No Alto Boqueirão, por exemplo, o valor do terreno sobe para R$ 300 o metro quadrado. Para as casas prontas, o preço do metro quadrado na Nova Aurora gira em torno de R$ 800, enquanto no bairro vizinho não custa menos de R$ 900.

Infra-estrutura

Por ser uma área ainda considerada recente, a Rua Nova Aurora, assim como algumas de suas vizinhas, sofre com a falta de estrutura. A rua é esburacada e apenas um trecho é asfaltada. “Nos dias de chuva vira um lamaçal, quase não dá para sair de casa”, diz a moradora Valdinéia dos Santos. Além disso, parte da via é dividida por um pequeno córrego. “Falta limpeza. Tem dias que o cheiro é insuportável”, reclama outro morador, o aposentado Mário Kanisky.

A Prefeitura afirmou que não há obras previstas para os próximos meses na via.

Apesar dos problemas, os moradores elogiam as escolas da região. Próximo à via, são quatro instituições públicas, entre escolas municipais e estaduais. “Quanto a isso não há problemas. Todas as crianças da vizinhança estão estudando”, diz a moradora Vanessa Lara.

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